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Pronto Socorro (PS) deve ser usado em casos de urgência e emergência. A utilização adequada dos serviços do PS permite que as pessoas usufruam melhor do serviço de atendimento emergencial.

Diferença de urgência e emergência

Urgência – São consideradas urgências as necessidades que as pessoas valorizam subjetivamente como inadiáveis e que as induzem a buscar assistência com maior celeridade frente a outros problemas de saúde.

Emergência – Os atendimentos de emergência são os que implicam em risco imediato de morte, constatado por critérios clínicos.

Confira algumas das emergências mais comuns

Nestes casos o atendimento deve ser realizado no Pronto Socorro:
• Acidentes de carro;
• Acidentes de origem elétrica;
• Acidentes com projeteis de armas de fogo;
• Acidentes com armas brancas;
• Acidentes com animais peçonhentos (cobra, escorpião etc.);
• Lesões esportivas;
• Fraturas e cortes por acidentes ou quedas;
• Queimaduras;
• Afogamentos;
• Hemorragia;
• Infarto do miocárdio (dor no peito);
• Dificuldade respiratória ataque de asma, pneumonia;
• Derrames, perda de função e/ou dormência nos braços ou pernas;
• Perda de visão ou de audição;
• Inconsciência;
• Confusão, alteração do nível de consciência, desmaio;
• Pensamentos suicidas ou homicidas;
• Intoxicações por medicamentos ou drogas;
• Dor abdominal grave e vômito persistente;
• Intoxicação alimentar;
• Sangue no vômito, na tosse, na urina ou nas fezes;
• Reações alérgicas graves à mordida de inseto, a alimento ou à medicação;
• Complicações de doenças; e
• Febre alta, acima de 39, 5ºC

Alguns casos que não precisam ser atendidos no PS

• Dor de garganta – atendimento no PSF
• Dor de ouvido – atendimento no PSF
• Diarréia – atendimento no PSF
• Vômito – atendimento no PSF
• Dor na Coluna – atendimento no PSF
• Febre abaixo de 39,5º C – atendimento no PSF
• Resfriado – atendimento PSF
• Curativo – atendimento Policlínica
• Retirada de pontos – atendimento Policlínica

Por que devo evitar o uso do PS por motivos de rotina?

Porque o atendimento de urgência combate somente os sintomas, não investiga a causa da doença. O atendimento em PS também não lhe dá direito ao retorno e acompanhamento com o mesmo médico.

Os pacientes que apresentarem situações incompatíveis com atendimento em PS devem sempre se dirigir à clínica ou ao consultório médico, preferivelmente de clínica geral, para terem, de maneira exata, as suas necessidades básicas atendidas.

A atenção ambulatorial, fora das rotinas de urgência e de emergência, permite ao médico consultar e estudar o paciente como um todo, numa abordagem geral e completa, além de avaliar na consulta de retorno se o diagnóstico está correto e se o tratamento foi adequado. 

Texto: Hospital Decruzilia

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