RESUMO

A falta de conhecimento da população acarreta inúmeros problemas, como a manipulação incorreta da vítima e a solicitação às vezes desnecessária do socorro especializado em emergência. O objetivo deste trabalho foi identificar o nível de conhecimento dos professores e funcionários das escolas municipais de ensino fundamental, pré e pós-treinamento de primeiros socorros. O estudo foi realizado em quatro escolas públicas municipais que oferecem ensino fundamental, no interior de São Paulo, no período de agosto a outubro de 2006. Para a coleta de dados foi elaborado questionário, sendo aplicado antes e após treinamento aos professores e funcionários das escolas em estudo. Através da análise estatística descritiva, verificou-se que, no pré-treinamento, apenas 27,75% dos voluntários demonstraram um bom conhecimento para a realização de atendimento aos casos de: desmaio e sangramento nasal, já frente às situações de convulsão, hemorragia externa e avulsão dental, 61,43% não tomariam a conduta correta. Após o treinamento, observou-se o aprendizado dos participantes, tendo em vista que a maioria demonstrou adequado conhecimento frente às situações de primeiros socorros. Conclui-se que o treinamento sobre princípios básicos de primeiros socorros nas escolas é de fundamental importância para minimizar danos advindos da incorreta manipulação com a vítima e falta de socorro imediato.

 

INTRODUÇÃO

A prática educativa em saúde não é uma preocupação atual. Na Europa, desde o século XIX, eram adotadas medidas de higiene e controle de doenças utilizando a educação em saúde(1). No Brasil, desde o inicio do século XX, quando a população encontrava-se assolada por graves epidemias, deu-se ênfase à educação em saúde, a qual assumiu a conotação de determinar normas de conduta moral, convívio social e de higiene(2).

Assim, observa-se que sempre houve a tendência em difundir informações focando as principais doenças e enfatizando recomendações sobre comportamentos corretos ou incorretos relacionados a algumas doenças, bem como à prevenção das mesmas.

A educação em saúde configurou-se através dos tempos, como uma das estratégias do poder público para garantir o desenvolvimento de ações de controle e prevenção de doenças, particularmente junto aos setores marginalizados da população(2).  

Porém, apesar da educação em saúde ser antiga, sua ação demonstra, ainda na atualidade, fragilidade na sua operacionalização, tendo em vista que os serviços de saúde dão pouca ou nenhuma importância às ações educativas(3).

Ademais, as atividades educativas não estão sendo priorizadas devido ao conceito ou compreensão que os profissionais da saúde têm sobre a educação para a saúde, ou porque, as instituições dão importância apenas ao número de atendimentos priorizados, deixando as atividades com a comunidade em segundo plano(4).

Na tentativa de reestruturar a prática assistencial em novas bases e critérios, em substituição ao modelo tradicional da assistência, orientado para a cura de doenças e hospital(5), no Brasil, diversas políticas têm sido implementadas, dentre elas pode-se citar o Programa de Saúde da Família, que foi criado em 1994, com atuação em diferentes áreas tais como: do Adulto, do Idoso, da Mulher, da Criança e Adolescente, entre outras.

O segmento representado por crianças e adolescentes possui seus direitos garantidos por lei, a partir do Estatuto da Criança e do Adolescente e atualmente observa-se uma preocupação das instituições públicas e privadas em garantir esses direitos e, em especial, às questões relacionadas aos acidentes e violências na infância(6).

Essa preocupação se deve ao fato de que os índices de acidentes e violências vêm aumentando e tornando-se um grave problema de saúde pública(6-7).

Os acidentes e violências consistem em um conjunto de agravos à saúde que podem levar ao óbito ou não, nos quais estão inseridas as causas acidentais (por trânsito, quedas, afogamentos, entre outros) e as intencionais (agressões e lesões auto provocadas), sendo este conjunto de eventos denominado causas externas(7).

Em 2005, no Brasil, o total de óbitos da população de faixa etária entre menor de um ano a 19 anos, segundo causas externas, foi de 21.040 mortes, o que representa 23,42% do total de óbitos neste grupo(8).

Em um estudo realizado em uma escola da França, em 2002, observou-se que 52,8% dos acidentes ocorreram durante as atividades esportivas e 12,7% em atividades de recreação. As lesões mais freqüentes foram: contusões (50,7%), ferimentos (18,7%), tendinite (11,7%), distensão (9,2%) e outras (7,3%)(9). 

Neste sentido, as escolas têm um papel importante e crescente na promoção de saúde, prevenção de doenças e de acidentes entre crianças e adolescentes(6).

Ademais, observa-se a importância de pessoas capacitadas nas escolas por meio de atividades educativas(10-11) sobre a prevenção, avaliação e condutas dos funcionários em situação de emergência(6,12), pois as pessoas não têm informações específicas sobre o que fazer frente a um acidente o qual envolve atitudes simples relacionadas à prática de primeiros socorros e também os agravos que este pode causar.

Em muitas situações, essa falta de conhecimento por parte da população acarreta inúmeros problemas, como o estado de pânico ao ver o acidentado, a manipulação incorreta da vítima e ainda a solicitação excessiva e às vezes desnecessária do socorro especializado em emergência.

Acredita-se que a capacitação dos profissionais das escolas contribuirá com o trabalho de educação em saúde desenvolvido por profissionais da área(10-12) e vem ao encontro com a iniciativa da Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências do Ministério da Saúde(13).

Diante do exposto, verifica-se a importância da identificação do nível de conhecimento dos profissionais quanto à abordagem das noções básicas de primeiros socorros e a implementação de planos de emergência no ambiente escolar.

Com isso, este estudo teve como objetivo identificar o nível de conhecimento de professores e funcionários das escolas de ensino fundamental, antes e após a realização de treinamento de primeiros socorros.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Trata-se de um estudo quantitativo, de caráter exploratório e descritivo.

Atualmente a cidade de Botucatu conta com 70 escolas, sendo 44 públicas e 26 privadas. Entre as escolas públicas 15 são estaduais e 29 são municipais. Das 29 escolas municipais, 10 são de Ensino Fundamental (1ª a 4ª série). Para o estudo, foram escolhidas, de forma aleatória, quatro escolas municipais do Ensino Fundamental.

Os critérios para inclusão dos participantes foram os seguintes: serem professores e funcionários das escolas públicas, municipais, de ensino fundamental, da cidade de Botucatu, no estado de São Paulo.  Foram excluídos os servidores que se encontravam em licença-médica, férias ou folga.

A amostra do estudo foi composta de 63 entrevistados, o que corresponde a 64,94% do total de funcionários e professores.

A coleta de dados foi realizada entre agosto e outubro de 2006, por meio de questionário, sendo aplicado antes e após treinamento aos professores e funcionários das escolas em estudo, para avaliar o conhecimento prévio e o obtido após o treinamento sobre noções de atendimento em situações de urgência e emergência.

As variáveis que compreenderam informações sobre avaliação do treinamento foram: qualidade do treinamento, conteúdo, didática e importância do treinamento.

Para a avaliação das condutas frente às situações de urgência e emergência, antes e após o treinamento, os participantes responderam como devem proceder nas seguintes ocorrências: hemorragia externa, convulsão, desmaio, sangramento nasal e avulsão dental; e também em quais situações devem acionar o resgate. As perguntas não totalizaram o conteúdo programático ministrado no treinamento de Primeiros socorros, sendo considerados apenas os tópicos de maior importância. As respostas foram analisadas e classificadas em procedimentos “correto”, “incorreto” e “sem resposta”.

Foram preservados os aspectos éticos previstos na Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde, a qual trata de pesquisas envolvendo seres humanos.

O trabalho foi autorizado pela Secretaria Municipal de Educação de Botucatu e aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Faculdade de Medicina UNESP, Campus de Botucatu (documento No 239/2006). Além disso, cada participante foi orientado sobre o objetivo do trabalho e assinou o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Os dados colhidos foram codificados, tabulados e processados no pacote estatístico Epi-Info Versão 3.3.2(14)

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

As distribuições de freqüência quanto: à avaliação da qualidade do treinamento, do conteúdo, da didática e sua importância, foram analisadas e estão expressas, respectivamente, nas Tabelas 1 e 2.

Na Tabela 1 observa-se que a maioria dos treinandos (77,8%) classificou como sendo “ótimo” o treinamento.

Todos os participantes responderam que suas expectativas foram atendidas com relação aos quesitos de conteúdo e didática. Assim como todos os treinandos referiram que o conteúdo aplicado foi completo e mostraram-se bastante interessados principalmente por não terem participado de nenhum trabalho relacionado a Primeiros socorros anteriormente. Trabalho realizado com escolares abordando primeiros socorros constatou avaliação positiva do treinamento, corroborando com os dados deste estudo(15).

A maioria dos participantes (82,5%) classificou o curso como sendo “muito importante” (Tabela 2), sendo que quando questionados quanto à importância desse treinamento, relataram que os conhecimentos adquiridos podem ser aplicados não só em alunos nas dependências da escola, mas também no dia-a-dia (na casa e na comunidade em geral), podendo assim, com procedimentos simples, salvarem vidas ou minimizarem danos (dados não mostrados). Esses dados mostram a necessidade da implementação de condutas em situações de emergência entre os indivíduos de diversos segmentos da população(15), em especial no ambiente escolar.

O Gráfico 1 refere-se aos resultados obtidos em relação ao número de procedimentos corretos, incorretos e sem resposta das questões contidas no questionário aplicado aos professores e funcionários das escolas antes e após o treinamento.

Nota-se que 42,8% dos participantes, antes do treinamento, agiria corretamente ao se deparar com um aluno apresentando hemorragia externa. Após o treinamento, este conhecimento aumentou para 90,5%. Isso mostra a importância do conhecimento das condutas de emergência em caso de hemorragia externa, uma vez que, se esta ocorrer de forma abundante e não controlada pode causar morte de 3 a 5 minutos(16).

No atendimento a uma vítima de convulsão, 42,8% dos participantes teria uma atitude correta, sendo que após o treinamento, este valor aumentou para 79,4%.

A convulsão é uma ocorrência que gera dúvidas sobre o correto procedimento a ser realizado, pois mesmo com treinamento 13 entrevistados (20,6%) relataram insegurança para realizar este cuidado.

As convulsões são consideradas alterações súbitas das funções cerebrais, causando contrações musculares involuntárias, apresentando normalmente perda de consciência(17). Neste estudo, pode-se ressaltar a importância do conhecimento nas condutas de emergência e a necessidade de uma maior ênfase no atendimento da vítima de convulsão, tendo em vista a gravidade da situação e a insegurança apresentada pelos professores e funcionários mesmo após o treinamento.

A maioria dos participantes (66,7%) não saberia o que fazer em caso de desmaio ou realizaria um procedimento incorreto. Após o treinamento, 84,1% dos participantes estariam aptos a prestar atendimento correto frente a essa situação.

O desmaio é a perda momentânea dos sentidos, levando a inconsciência. Neste caso deve-se estar atento aos sinais vitais, pois desmaios prolongados podem levar a vítima ao estado de choque(17). O que mostra a necessidade de identificação dos sintomas precocemente bem como o conhecimento do procedimento correto que pode ser adquirido através da educação em saúde.

Já numa situação de sangramento nasal, 22,2% realizaria procedimento correto, antes do treinamento. Após a realização do treinamento, 50 entrevistados (79,3%) teriam êxito frente a um procedimento envolvendo sangramento nasal. Apenas 3,2% dos entrevistados não saberiam o que fazer e 17,5% teriam uma atitude incorreta.

O sangramento nasal é a hemorragia de maior freqüência em crianças e ocorre devido ao rompimento de pequenos vasos sangüíneos do nariz, devido a inúmeros fatores: por traumatismo, pela introdução de corpos estranhos, aumento da temperatura (efeito vaso dilatador), ressecamento do canal nasal (rinite alérgica), ou por aumento da pressão arterial(16). Por se tratar de uma situação de ocorrência freqüente e de menor conhecimento dos entrevistados antes do treinamento, neste estudo, verifica-se a importância da educação em saúde para conduta correta neste caso.

Nota-se, neste trabalho, a carência de informação destes profissionais em caso de avulsão dental, pois 33,4% não saberia o que fazer, 36,5% teria uma conduta incorreta dizendo que enrolaria o dente avulsionado em um pano e 30,1% realizaria uma conduta correta, relatando a colocação do dente em copo de água e procura de um dentista. Porém essa opção, apesar de ser correta, não é a de primeira escolha, por apresentar menor proteção à raiz.  Após o treinamento observa-se uma conduta correta com a ocorrência de avulsão dental, totalizando 79,3% dos participantes que colocaria o dente avulsionado em um copo de leite, soro fisiológico ou copo de água, necessariamente nessa ordem por ser a que oferece maior proteção para a raiz.

A avulsão dental é a perda de dente após um trauma, onde o mesmo não é quebrado, mas sim “arrancado” com raiz de seu alvéolo. Pesquisa realizada sobre avulsão dental verificou que os professores possuem pouco conhecimento sobre o tema, o que, associado à falta de treinamento, pode torná-los despreparados para solucionar adequadamente eventuais acidentes que envolvam os escolares em traumas dento-alveolares(18), corroborando com os dados encontrados neste estudo.

Neste sentido, observa-se a necessidade de educação em saúde com relação à avulsão dental no âmbito escolar, a fim de garantir a adoção de medidas corretas e evitar assim a perda dentária.

Observou-se que a maioria dos treinandos (52,4%) teria uma atitude de acionar o Resgate em casos graves ou em caso de dúvida. Mas uma boa parte dos treinandos (38,1%) acionaria este serviço especializado para casos mais simples. Nestes casos simples, o procedimento correto seria prestar os primeiros socorros e avisar a mãe da criança para realizar o encaminhamento da mesma até um hospital, e na impossibilidade desta estar socorrendo a criança, acionar-se-ia o resgate. Quando aciona-se este serviço especializado em atendimento de média e alta complexidade para casos simples, utiliza-se desnecessariamente este serviço.   

Após o treinamento, nota-se que a maioria dos treinandos (87,3%) acionaria o resgate em casos graves ou em caso de dúvida mediante situações urgentes ou emergentes. Tenta-se com esta atitude, tornar este serviço de atendimento pré-hospitalar mais disponível para atender ocorrências de média e alta complexidade, as quais necessitam de socorristas especializados.

Ainda, analisando os dados do Gráfico 1 observa-se que, em média, 37,26% dos entrevistados, antes do treinamento de primeiros socorros, desconheciam ou realizariam procedimentos incorretos. Já no pós-treinamento das condutas de emergência nos diversos casos apresentados, essa média aumentou para 83,31%. Neste sentido, ressalta-se a necessidade de educação em saúde com relação à avaliação e condutas adotadas frente aos primeiros socorros no âmbito escolar.

 

CONCLUSÃO

Essa pesquisa de campo possibilitou a observação dos procedimentos de urgência e emergência realizados por professores e funcionários de escolas públicas, mediante os acidentes, avaliando-se assim o conhecimento dos profissionais de escolas de ensino fundamental, antes e após o treinamento.

Verificou-se que a maioria dos participantes no pré-treinamento demonstrou um conhecimento insuficiente para a realização de procedimentos como: hemorragia externa, convulsão, desmaio, sangramento nasal, avulsão dental e acionamento de resgate, a qual contribuiria para o agravamento do estado da vítima. 

Já no pós-treinamento, observou-se o aprendizado dos participantes, tendo em vista que a maioria demonstrou conhecimento frente às situações de primeiros socorros. Este estudo mostra a importância da educação em saúde, na comunidade, especialmente no ambiente escolar.

Portanto, conclui-se que com estes dados, o treinamento foi de grande valia, e ressalta-se ainda a importância em se continuar realizando treinamento sobre princípios básicos de primeiros socorros nas escolas, promovendo assim a educação em saúde.

Sugere-se, ainda, a implantação de um programa de treinamento de urgências e emergências com professores e funcionários do sistema de ensino fundamental, visando desenvolver ações de prevenção e promoção da saúde do escolar, a fim de minimizar danos advindos da incorreta manipulação com a vítima e/ou a falta de socorro imediato, visto que estes fatores citados, não só contribuem com o agravamento do estado da vítima, como resultam em maior tempo de permanência hospitalar devido a complicações.

Além disso, evidencia-se a importância de realização de outros estudos na área para identificação dos acidentes mais freqüentes bem como a adoção de medidas preventivas e de condutas de emergência no âmbito escolar.

 

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