Histórico do CEO do CFAB

João Godoi

Formação:
• Pós Graduação em Urgência e Emergência – Universidade Nove de Julho – UNINOVE 2008
• Ensino Superior, Graduação Bacharel em Enfermagem – Universidade Camilo Castelo Branco, 2007
• Curso Técnico em Segurança do Trabalho – Escola Técnica Estadual Martin Luther King 2002.
Experiência profissional e capacitações:
• Capacitação em suporte básico de vida para profissionais de saúde da American Heart Association (AHA) em 2016.
• Membro da comissão do CB-24 (Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndios)
• ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, na revisão e elaboração das seguintes normas:
NBR 14.276 Brigada de Emergência
NBR 14.608 Bombeiro Civil
NBR 15.219 Plano de Emergências
• Professor Convidado do COREN Educação (Conselho Regional de Enfermagem) como palestrante para Auxiliar, Técnicos e Enfermeiros.
• Membro convidado do Ministério da Saúde na revisão e elaboração dos protocolos básico e avançado de atendimento SAMU 192.
• Enfermeiro de Bordo em Transporte Aeromédico – Aeroporto de Congonhas.
• Enfermeiro da unidade de Suporte Avançado do Resgate Rodoviário Base Rodovia SP – 021 .
• Voluntário na ONG Força Tarefa Brasileira em diversas missões humanitárias, incluindo Resgate Aéreo em locais de difícil acesso.
• Instrutor em Transporte e Resgate Aeromédico – Santa Casa de São Paulo.
• Foi Enfermeiro da unidade de Suporte Avançado no Autódromo de Interlagos e instrutor convidado do GRPAe – Grupamento de Rádio Patrulhamento Aéreo (Águia) CTO em 2012.
• Professor convidado do curso de pós graduação Latu Sensu da UniAraras no cursos de Resgate e Transporte Aeromédico e Fisiologia de Voo, também ministra o curso de Transporte Aeromédico para pilotos de empresa de táxi-aéreo e profissionais da área da saúde.
• Docente na disciplina em Enfermagem, com ênfase em Enfermagem de Saúde do Adulto, Urgência e Emergência, e Medicina e Enfermagem em Transporte Aeroespacial.
• Professor convidado da Universidade Estácio de Sá no curso de Pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho nas disciplinas Prevenção, Controle de Incêndios e explosão em Plantas de Alto Risco.
• Capacitação na Universidade do Texas – Texas A&M University System (Estados Unidos) em 2015 Resposta em Emergências com produtos perigosos inflamáveis, líquido e gás, fogo tridimensional 2D, e 3D.
Métodos de propagação do fogo (convecção, condução, irradiação e projeção), dinâmicas e definições sobre, BOILOVER, FLASHOVER, BACKDRAFT, BLEVE; sistemas fixos e portáteis de prevenção e combate a incêndio e métodos de utilização; técnicas e táticas de combate a incêndio Estrutural (Ataque direto, indireto e combinado – Técnica 3DWF – Tree Dimensional Water Fog e Rapid Fire Progress); Técnicas de ventilação natural e forçada nas operações de combate a incêndio Estrutural; Técnicas de combate em Plantas Petroquímicas e de Gás (esferas de GLP) e tanques, Utilização e formas de atuação do LGE Proteínico, Fluorproteínico, AFFF e Formador de Filme Aquoso Resistente a Álcool, taxas de expansão e dosagens utilizadas para Álcool e Hidrocarbonetos (Sintex AFFF), Sistema fixo de espuma (tanque de LGE, proporcionador e solução), principais técnicas de combate (Attack Deflection, Rolling the Foam, Blanket Of Foam e Flood attack).

• Coordenador do grupo voluntário GUARDIÕES FLORESTAL atuando do controle de incêndio em vegetação área de proteção ambiental (APA) inserida na Zona Leste de São Paulo.
• Atuação como voluntario no maior incêndio da história do Chile (fevereiro de 2017).

ENB – Escola Nacional de Bombeiros de Portugal,

Capacitação no primeiro treinamento internacional de alta performance em resposta a emergências na Europa em Busca e Salvamento – Nível Avançado.
Utilização de proteção respiratório e equipamentos auxiliares;
Procedimentos de segurança relacionados com equipamentos respiratórios;
Efeitos no corpo humano relacionados com a utilização e equipamentos de proteção respiratória;
Procedimentos de Segurança – RIT (Radid Intervention Team);
Procedimentos de Busca e Salvamento – RIT (Radid Intervention Team);
Remoção de Vítimas – RIT (Radid Intervention Team):
Atividades Práticas em Simuladores.

Flashover – Nível Avançado
Comportamento dos incêndios em ambientes urbanos / estruturais;
Controle dos fenômenos de progressão rápida dos incêndios;
Procedimentos de acesso e progressão;
Atividades práticas em simuladores.

Gestão de Operações de Emergência
Sistemas de gestão de operações de emergências;
Exercícios de gestão de operações utilizando realidade virtual;
Atividades práticas no Centro de Treinamento em Realidade Virtual.

Hazmat medical Capacitação pela Universidade do Texas – Texas A&M University System (Estados Unidos) em 2017

Medical Services Personnel Who Respond to Incidents with Hazardous Materials
• Response Proteção Pessoal
• Cuidados RAPID
• Equipamento de Proteção Individual
• redução de contaminantes em pessoal de resposta
• Reabilitação remoção PPE
• Avaliação
• Produtos químicos
• Agentes radiológicos
• Agentes biológicos
• Pacientes pediátricos
• Explosivos
• ICS e Preparação de hospital
• Fontes de informação
• ERG, NIOSH, CAMEO / ALOHA
• Triagem
• Preparação de hospital
• Gestão de cadáveres
• Ambulatório de descontaminação e não-ambulatorial.

 

TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO (TCE)

TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO (TCE)

O TCE contribui de maneira significativa para a morte de aproximadamente METADE de todas as vítimas de trauma. Lesões cerebrais moderadas a graves são identificadas em aproximadamente 100.000 doentes de trauma anualmente. As taxas de mortalidade para lesões cerebrais moderadas e graves são de aproximadamente 10% e 30%, respectivamente. Entre aqueles que sobrevivem às lesões moderadas ou graves, entre 50% e 99% apresentam algum grau de incapacidade neurológica permanente. Globalmente, estima-se que a incidência anual de TCE é de aproximadamente 200 casos por população de 100.000 habitantes (e provavelmente está subestimada).

Acidentes com veículos motorizados permanecem como a principal causa de TCE em doentes entre 5 e 65 anos de idade, e quedas são a principal causa de TCE em doentes pediátricos de até 4 anos de idade, assim como na população idosa. A cabeça é a parte do corpo mais frequentemente lesionada em doentes com ferimentos multissistemicos. A incidência de ferimentos por arma de fogo no cérebro tem aumentado nos últimos anos em áreas urbanas, e até 60% dessas vítimas morrem devido aos ferimentos.

Doentes com TCE representam alguns dos doentes de trauma mais difíceis para tratar. Eles podem ser combativos e tentativas para controlar suas vias aéreas podem ser extremamente difíceis por causa dos músculos contraídos da mandíbula e vômito. Intoxicação com drogas ou álcool ou a presença de choque de outras lesões pode dificultar a avaliação. Ocasionalmente, lesões intracranianas graves podem estar presentes com apenas uma evidência mínima de trauma. O atendimento hábil, no cenário pré-hospitalar, tem como fogo garantir o fornecimento adequado de oxigênio e nutrientes ao cérebro e identificar rapidamente os doentes com risco de herniação e pressão intracraniana elevada. Esta abordagem pode não só diminuir a mortalidade por TCE, mas também reduzir a incidência de incapacidade neurológica permanente.

EUA  Fonte: PHTLS 8 Edição.

Bombeiro Civil salva taxista

Bombeiro Civil salva taxista

Apesar da foto desfocada a imagem de um atendimento realizado a uma vítima de PCR, acometida nesse último sábado merce destaque. Uma taxista entrou desacordado com o seu veículo dentro de um posto de gasolina…os próprios frentistas quebraram o vidro do carro, resgataram o taxista e pediram ajuda, uma senhora correu até Shopping Paulista (logo ao lado) para pedir socorro, de imediato foi liberado a equipe de bombeiros civis do shopping, o Bombeiro Valter Almeida de Oliveira, prontamente atendeu a vítima seguindo os protocolos de RCP e com o uso do DEA (Desfibrilador) e apoio dos profissionais de saúde ali presentes , tendo em vista esse posto fica entre dois Hospitais…e provavelmente está troca de turnos , continuaram o atendimento após 03 choques a vítima foi removida de UR até o hospital das clínicas, no local foi revertida a PCR e o paciente segue internado.
Em resumo: Acesso Público ao Desfibrilador, não ficou restrito e foi utilizado !
O choque que salva.
Parabéns Valter Almeida !

INTOXICAÇÃO POR AMÔNIA NH3

INTOXICAÇÃO POR AMÔNIA NH3

15895258_1822201608021485_5010203479278324658_n

AMÔNIA NH3

A amônia é um gás alcalino, oxidante e tóxico. Sua densidade é quase metade da densidade do ar e tem um odor característico. O nível de segurança máxima é 25 ppm (ACGIH) e 20 ppm pela NR 15 e, a sua alcalinidade torna altamente reativos com os gases ácidos e o cloro e, a sua presença em atmosferas contendo outros gases é frequentemente mascarado por este. O nível imediatamente perigoso a vida e a saúde (IPVS) para o gás amônia é de 300 ppm (IDLH).

A amônia é inflamável com um limite inferior de explosividade (LIE/LEL) de 15%. Ele é produzido em grandes quantidades em todo o mundo para fornecer fertilizantes, ureia para resinas, explosivos e fibras (como nylon). É também usado como um gás refrigerante e essa aplicação tem aumentado com o desaparecimento dos CFCs.
Geralmente se utiliza sensores eletroquímicos para detectar esse gás mas também pode ser utilizado detectores por fotoionização (PID).

Limites de exposição ocupacional
NIOSH REL: 25 ppm / TWA, 35 ppm STEL
OSHA PEL: 50 ppm (35 mg/m3) TWA
IPVS / IDLH: 300 ppm
NR 15: 20 ppm (jornada de 48 horas / semana)

Os limites de exposição ocupacional foram retirados dos sites da Occupational Safety and Health Administration (OSHA), National Institute for Occupational Safety and Health (NIOSH).

INTOXICAÇÃO POR CIANETO

INTOXICAÇÃO POR CIANETO

15894945_1822338684674444_31804860532862531_n

INTOXICAÇÃO POR CIANETO

Hidroxocobalamina no tratamento.

Fisiopatologia
O cianeto de hidrogênio (HCN) é um gás incolor, miscível em água, solúvel em etanol, menos denso que o ar e se dispersa rapidamente com odor característico de amêndoas amargas (embora a ausência desse odor não exclua a presença de cianeto). Sua absorção ocorre rapidamente por via inalatória e oral. Uma vez absorvido, é rapidamente distribuído a todos os tecidos, ligando-se às proteínas plasmáticas a taxa de 60% e meia-vida de 20 a 60 minutos. Trata-se de um potente asfixiante químico, produzindo hipóxia grave devido à inibição da citocromo oxidase, o que impede a utilização do oxigênio pelos tecidos, lesando os órgãos mais sensíveis à ausência de oxigênio como o coração e o cérebro. Isso, porque liga-se reversivelmente ao íon férrico (Fe3+) do sistema citocromo oxidase mitocondrial. Manifestações clínicas. A inalação de cianeto produz sintomas em poucos segundos e pode levar a morte por parada respiratória em poucos minutos. Os sinais e sintomas de casos leves incluem cefaleia, náuseas, vertigem, ansiedade, estado mental alterado, taquipnéia e hipertensão. Casos moderados podem incorrer com dispneia, bradicardia, hipotensão e arritmia e, nos casos graves, as manifestações incluem coma profundo, pupilas fixas, não reativas, colapso cardiovascular, depressão respiratória, isquemia do miocárdio, arritmias cardíacas e edema pulmonar. A cianose é muitas vezes um sinal tardio e pode não ocorrer, mesmo em pacientes com colapso cardiovascular. Virtualmente, todos os casos com intoxicação grave morrem imediatamente na ausência de um tratamento específico Por ingestão, os primeiros sintomas incluem dor de cabeça, náuseas, tonturas e ansiedade, seguida por confusão, sonolência, taquicardia, palpitações e taquipnéia. Em casos de toxicidade moderada pode haver episódios de perda de consciência, convulsões, vômitos e hipotensão. Na intoxicação grave, o quadro torna-se semelhante à intoxicação por inalação.

.Tratamento recomendado.
Nos casos de suspeita ou intoxicação confirmada, além das medidas de suporte clínico, como suplementação de oxigênio e medidas de manutenção cardiovascular, a terapia com antídotos deve ser realizada. Devido à rápida ação do cianeto, o pronto atendimento e a precocidade na administração do antídoto são essenciais para diminuir as chances de morte do paciente, não devendo o tratamento ser retardado pela espera de resultados de exames laboratoriais .
Dentre os antídotos disponíveis (hidroxocobalamina, nitrito de amila, nitrito de sódio, tiossulfato de sódio, 4-dimetilaminofenol e edetato de dicobalto), a hidroxocobalamina é apontada como o antídoto de primeira linha em variadas diretrizes clínicas e sínteses de evidências. Ela substitui seu grupamento hidroxila pelo cianeto livre no plasma formando a cianocobalamina, que é excretada na urina. Quando administrada a pacientes intoxicados por cianeto, melhora rapidamente a frequência cardíaca e a pressão sanguínea sistólica e reduz a acidemia, sendo o prognóstico melhor quando a hidroxocobalamina é administrada precocemente, antes da parada cardiopulmonar.
Quando comparado à terapia com outros agentes, a hidroxocobalamina apresenta como principal vantagem a não interferência na oxigenação tecidual, efeito observado com os antídotos a base de nitritos e 4-dimetilaminofenol (4-DMAP), que podem induzir a metemoglobinemia. Nos acidentes com inalação de fumaça, onde há intoxicação mista (monóxido de carbono e cianeto), o uso desses agentes pode ser prejudicial ou mesmo letal pela concorrente carboximoglobinemia ou injúria pulmonar. Apesar do tiossulfato de sódio poder ser administrado individualmente, há suspeita de perda da efetividade, além de apresentar início lento da ação, sendo a melhor opção considerá-lo apenas como uma terapia coadjuvante, em conjunto com a hidroxocobalamina, por exemplo, podendo apresentar um efeito sinérgico na de toxificação do cianeto. Todavia, como os dois produtos são incompatíveis em solução, devem ser administrados em acessos venosos isolados.

A TECNOLOGIA
Tipo: Medicamento
Princípio Ativo: hidroxocobalamina
Nome comercial: Cyanokit®
Fabricante: Merck Santé S.A.
Indicação aprovada na Anvisa: sem registro ativo
Indicação proposta pelo demandante: tratamento de paciente com suspeita ou confirmação de intoxicação por cianeto
Apresentação: Parenteral. Cada Kit contém 1 frasco de 5g de hidroxocobalamina liofilizada com equipamento para transferência. O frasco possui uma marca para calibração e
deve ser reconstituído com 200mL de soro fisiológico estéril a 0,9%, com movimento de rotação delicado. Caso soro fisiológico não esteja disponível, pode-se usar solução de ringer –
lactato ou glicose a 5%

Fonte: Ministério da Saúde.

Tríade de Cushing

Tríade de Cushing

Tríade de Cushing
A tríade de Cushing é uma tríade de sintomas que podem ser um sinal do aumento de pressão na caixa craniana (hipertensão intracraniana).

É composta por:
Hipertensão (aumento progressivo da pressão sistólica sanguínea) Bradicardia (diminuição da frequência cardíaca)
Bradipnéia (alterações da frequência respiratória).

O nome é uma homenagem ao estudo experimental realizado por Harvey Cushing.

13181399_270293779971857_1808520475_n

CUIDADOS COM OS EXTINTORES

CUIDADOS COM OS EXTINTORES

INFORMATIVO BRIGADA SEGURA.

A função do quebra jato no Extintor de CO2 é diminuir a pressão da saída do gás, que é de aproximados 150 kgf/cm2 de pressão, tornando-o seguro a ação para o operador, impedindo que durante o acionamento do gatilho o ocorra o golpe com violência.

 20934739_1926611117580533_3395007509903186557_o
Método S.T.A.R.T. Com a palavra: Godoi.

Método S.T.A.R.T. Com a palavra: Godoi.

Acidentes com múltiplas vítimas são decorrentes de um evento natural ou antropogênico que além de danos a vida, ao meio ambiente também podem causar avarias ao patrimônio.

Do ponto de vista de prioridades a vida vem sempre em primeiro lugar, porém é fundamental um trabalho integrado de forma a preservar o meio ambiente e o patrimônio, com é o caso de um acidente envolvendo produtos perigosos.

É importante deixar claro que em acidentes com múltiplas vítimas qualquer serviço de saúde poderá receber vítimas, pois essas ou quem as conduzem, por falta de orientação e informação, vão migrar de forma instintiva para o serviço de saúde mais próximo e as vezes não mais adequado.

Como é previsto que isso possa ocorrer, é importante que os serviços de saúde sejam eles UBS, UPAS “ Postos de Saúde” hospitais públicos e particulares, clinicas entre outros estejam preparados para um primeiro atendimento e iniciem um processo de “gestão de catástrofe” que realizem uma triangulação com os serviços de emergência pré-hospitalar e os hospitais que receberão as transferências.

“Vítimas Verdes” na classificação pré-hospitalar em um acidente com múltiplas vítimas são indivíduos que podem andar e se deslocar por meios próprios do local do acidente, incialmente são consideradas com menor potencial de óbito (até uma segunda avaliação) e podem chegar a uma unidade de saúde mesmo antes da chegada das equipes pré-hospitalar.

É importante que se pense em uma cena, exemplo: desastre em um estádio de futebol próximo a um hospital, que resulte em diversos feridos, muitos desses irão com algum tipo de lesão procurar atendimento por conta própria, esse será o alerta para o hospital que deverá startar um plano para receber as demais vítimas e triar de forma criteriosa e eficaz todos que chegarem, utilizando de forma racional os recursos humanos bem como o espaço físico.

Texto original.

Enfermeiro: João José de Godoi

Especialista em urgência e emergência.

Curso de APH Atendimento Pré-hospitalar 220h

Curso de APH Atendimento Pré-hospitalar 220h

CURSO DE CAPACITAÇÃO em APH

 

Atendimento Pré-hospitalar 220 horas.

Referência Portaria GM 2048 do Ministério da Saúde.

INÍCIO: 02 de Outubro, de segunda a sexta das 19:00h ás 22:30

Introdução Programa e atividade de integração Pré e Pós-teste. Trabalho em equipe

Salvamento terrestre; Salvamento em alturas; Salvamento aquático; Materiais e equipamentos Conhecimento e habilidade psicomotora para realização de salvamento terrestre, aquático e em alturas.

Sistema de saúde local e serviços relacionados. Apresentação da rede hierarquizada dos serviços de saúde. Conhecer a organização do sistema de saúde local de acordo com a hierarquia dos serviços

Serviço Pré Hospitalar Móvel Histórico do serviço pré-hospitalar móvel. Perfil profissional; Apresentação do serviço de atendimento pré-hospitalar (APH) móvel de sua cidade Apresentação da Portaria GM/MS nº 2048 de 5 de novembro de 2002 – Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência Conceitos de ética médica ligada ao APH Trabalho em equipe.

Conhecer os conceitos da Portaria e as competências dos profissionais da área de segurança, bombeiros.

Central de Regulação e Equipamentos Manejo de equipamentos da central de urgência (rádios), veículos e materiais utilizados no APH móvel, rotinas operacionais. Manuseio do sistema de rádio e técnicas de comunicação.

Anatomia e Fisiologia Anatomia topográfica: regiões anatômicas e noções gerais de anatomia topográfica. Aparelhos e sistemas: anatomia e fisiologia dos aparelhos e sistemas do corpo humano: em especial esquelético, cardíaco, respiratório.
Conhecimento das principais divisões anatômicas, regiões anatômicas, e noções de anatomia topográfica. Conhecimento dos aspectos morfológicos e fisiológicos dos diversos aparelhos para formulação de correlação anátomo-clínica

Cinemática do Trauma Exame da cena e mecanismos de lesões. Conhecer a importância do exame da cena do acidente para identificar sinais de gravidade. Saber correlacionar a cenas com os mecanismos de lesões.

Abordagem do paciente. Abordagem Primária e secundária de uma Vítima; técnicas relativas à avaliação de sinais vitais de vítimas: pressão arterial, frequência respiratória e de pulso, temperatura e outros. Escala de coma de Glasgow e escala de trauma revisado ou escala de trauma utilizada pelo serviço local.

Realizar a abordagem primária e secundária para reconhecer sinais de gravidade em situações que ameaçam a vida de forma imediata e as lesões dos diversos segmentos. Saber utilizar a escala de Glasgow e de trauma.

Manejo de Vias Aéreas/Ressuscitação Cardiopulmonar Obstrução de Vias Aéreas. Desobstrução de Vias Aéreas. Sinais e Sintomas de parada respiratória e cardíaca. Técnicas de reanimação cardiopulmonar em adulto e criança.

Materiais e equipamentos utilizados em parada cardiorrespiratória. Materiais e Equipamentos utilizados em oxigênio terapia.

Biossegurança.
Conhecer as principais doenças transmissíveis.
Conhecer normas de biossegurança, materiais e métodos de controle de infecções. Reconhecer e manejar obstrução de vias aéreas;
Realizar oxigênioterapia.
Conhecer equipamentos utilizados em parada cardiorrespiratória. Estar habilitado para técnicas de RCP Utilizar técnicas e métodos de controle de infecções.

Ferimentos / hemorragia / Bandagem / Choque Tipos de ferimentos; hemorragia; choque, principalmente choque hipovolêmico; Curativos e Bandagens; Técnicas de Suporte Básico de Vida para o tratamento do choque hipovolêmico. Reconhecer os diversos tipos de ferimentos, hemorragias, choque hipovolêmico;

Possuir habilidades psicomotoras relativas às aplicações de técnicas de curativos e bandagens com controle de hemorragias e suporte básico nos casos de choque hipovolêmico.

Trauma músculo-esquelético e imobilizações.
Trauma Músculo Esqueléticos e seus sinais e sintomas.
Técnicas relativas à imobilização de extremidades lesadas. Materiais e equipamentos utilizados para a imobilização de extremidades lesadas.
Reconhecer os diversos tipos de trauma músculo-esquelético Executar técnicas de imobilização de extremidades lesadas com equipamentos adequados.

Traumatismos específicos Traumatismo Cranioencefálico Traumatismo Raquimedular Trauma Torácico e Abdominal Trauma de Face Conhecer as peculiaridades e prestar o atendimento inicial nos diversos traumatismos específicos
Trauma na Criança e na Gestante Agravos por eletricidade
Queimaduras

Remoção de vítima Materiais e equipamentos utilizados para a remoção de vítimas de acidentes. Técnicas de remoção de vítimas de acidentes: rolamento, elevações, retirada de veículos, transporte com ou sem a utilização de materiais e equipamentos. Técnicas relativas à remoção de vítimas de acidentes aquáticos e em altura com especial cuidado à coluna vertebral. Saber utilizar materiais e equipamentos para remoção de vítimas de acidentes nas diversas situações encontradas.

Assistência ao Parto e Cuidados com o Recém Nascido Trabalho de Parto – período expulsivo Cuidado com o Recém-Nascido Possuir habilidades psicomotoras relativas ao atendimento ao parto normal e cuidados com o recém-nascido

Intervenção em crises e atendimentos de pacientes especiais Reconhecimento e Intervenção em situação de crise.
Conhecer as peculiaridades e prestar o atendimento inicial nessas situações

Afogamento Fisiologia e técnicas de abordagem. Peculiaridades no atendimento.
Conhecer as peculiaridades e prestar o atendimento inicial.

Intoxicação Exógena Reconhecimento e peculiaridades no atendimento inicial.
Conhecer as peculiaridades e prestar o atendimento inicial.
Emergências Clínicas Peculiaridades e Atendimento inicial de emergências clinicas mais frequentes.

Conhecer as peculiaridades e prestar o atendimento inicial

Acidentes com múltiplas Vítimas e Catástrofes Conceito Princípios de Controle da Cena Triagem, tratamento e transporte. Saber manejar situações de acidentes com múltiplas vítimas.

Acidentes com produtos perigosos Conceitos/Legislação Princípios de atendimento.

Prestar o atendimento inicial de maneira adequada garantindo a segurança da equipe e das vítimas.

Estágios hospitalares Rotinas de atendimento de pronto socorro; maternidade. Conhecer fluxo de atendimento dos hospitais da rede hierarquizada bem como presenciar atendimento das emergências. 12h

Estágios em Ambulâncias Vivência prática de atendimento Familiarização com a rotina de serviço e participar de atendimento de vítimas em situações reais 24h

Avaliação teórica e pratica do curso Provas escritas e práticas de avaliação de conhecimento.
Demonstrar conhecimentos adquiridos

Carga horaria: 220h (duzentas e vinte horas).
Professores: Mestres e Especialista atuantes nos serviços de Prevenção, Emergência e RESGATE nas mais conceituadas instituições de São Paulo.

Instrutores:
Daniel Jobim,
Graduado enfermeiro em 2000.
Pós Graduado em Atendimento Pré Hospitalar
Pós graduado em UTI
Experiência em:
APH rodoviário
UTI hospitalar
Pronto Socorro Adulto e infantil
Transporte Aeromédico (asa fixa e asa rotativa).
Docente da Graduação e Pós graduação de 2 universidades.
Implantação do Serviço Móvel de Urgência Pré Hospitalar de Luanda-Angola
Gestor da educação permanente do Grupo BEM.
Cursos:
PHTLS
ACLS
Salvamento em altura (técnicas verticais).
Salvamento Aquático.
Transporte aeromédico.

RODRIGO DIAS: Técnico Enfermagem experiência área Hospitalar PSA e UTI, RESGATE RODOVIÁRIO, atualmente trabalha CCR NOVA DUTRA, Bombeiro Industrial.

Jaqueline Costa: Enfermeira pela FASM há 13 anos, especialista pela UniFMU 2006, experiência de 7 anos em pronto Socorro adultos e infantil, 4 anos de Suporte avançado e intermediário no GRAU, E 15 anos de SAMU com SBV e Intermediário , 4 anos de pronto socorro adultos e infantil como auxiliar de enfermagem, e pós graduação em docência em ciências da saúdecursos de BLS, ACLS, PHTLS

Fabio Barros: Técnico em Enfermagem
Técnico em Segurança do trabalho
Técnico em Emergências Medicas pela NAEMT – EUA (First responder)
PHTLS, ACLS, BLS – EmmE (Argentina)
Instrutor para serviços de Emergências – NFPA
Mergulhador de resgate – Exército Brasileiro;
Especializado em Emergências antropogênicas e Resgates Tecnológicos, Bombeiro de Emergências para Tecnologias Avançadas – UFRJ, salvamento em alturas e estágio de montanha – EB, Resgate CRR – ENSEG, coordenador da divisão de ensino SAMU 2010,2011,2012. Primeiro profissional de segurança a implementar um programa de segurança e saúde para biologos de campo realizado na Amazônia o qual hj é utilizado mundialmente para esse tipo de atuação, especializado em QBRN (operações química, biológica, radiológica e nuclear) Tec. Em explosivos ( blaster operacional);
Instrutor TC3 (tactical Combat casualy Care) programa para resgate de combatente ferido nos módulos de Cara in the Fire, Case evac, MedEvac – NAEMT, Combat Medic – TEES ( tactical enter explosive eschool), membro Csar ( Combat Sarch André Rescue) como operador médico, coordenadoria de socorro e desastre DC Caxias 2009 a 2013, Secretário de DC de Valença 2015 a 2016, participante dos desastres da região serrana 2011, Petrópolis, Xerém, espírito santo2013, Pernambuco 2017, instrutor, consultor e palestrante.

Professor convidado na pós graduação Estácio de Sá para engenharia, Instituído dê macromoléculas (IMA) – UFRJ módulo de emergências químicas para mestrado e doutorado e Universidade Veiga de Almeida (enfermagem).

Douglas Magalhães : Integrante do CBPMESP 10 anos
Socorrista do SAMU;
Instrutor de supervisores de espaços confinados;
Instrutor de trabalho em altura;
Instrutor de salvamento em trabalhos em altura;
N1 sist College;
Resgate técnico vertical avançado;
Técnico em segurança do trabalho;
Auditor de resgate em espaços confinados;
Socorrista da cruz vermelha brasileira;
Sobrevivência na selva grupo bare.
Suporte avançado de vida 1 e 2
Primeiros socorros traumatologia da USP
Palestrante em diversas empresas e faculdades
Salvamento em locais de difícil acesso – GRAU – SP.

Marcelo Gomes de Carvalho
Titulação: Mestre.

Experiência: Graduação: Bacharel em Enfermagem. 1990. Universidade Gama Filho.
Licenciatura plena e Habilitação em Enfermagem Médico-Cirúrgica: 1990.Universidade Gama Filho.
Mestrado em Cardiologia: Universidade de Guarulhos – UnG: 2008.

Instrutor do Curso TLSN – Trauma Life Support for Nurses do Hospital das Clínicas. 2000.
Curso de Instrutor do ACLS – Advanced Cardiac Life Support. InCor.2007.
Curso de Instrutor SBV – Suporte Básico de Vida – SOCESP – Sociedade de Cardiologia de São Paulo.2010.

Atuou como Enfermeiro da Santa Casa de São Paulo – PSCT, Hospital Israelita Albert Einstein – PA, Amil Resgate Saúde, Hospital Sírio Libanês – UCC, Autoban e Resgate do Rodoanel.

Foi professor no Curso de Urgência e Emergência da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, como Professor convidado na pós-graduação da Universidade Literatus (Manaus), IEFAP (Pará), Uninove – Urgência e Emergência e Cardiologia, UniAnhanguera – Urgência e Emergência e UTI, e na Escola de Enfermagem da Santa Casa de São Paulo (Coordenador da Especialização Técnica em Urgência e Emergência da FUNDAP ). Também coordeno a Pós-graduação em Cardiologia a Santa Casa de São Paulo e Resgate Aeromédico da UniAraras.

João Godoi
Formação:
Pós Graduação em Urgência e Emergência – Universidade Nove de Julho – UNINOVE 2008
Ensino Superior, Graduação Bacharel em Enfermagem – Universidade Camilo Castelo Branco, 2007
Curso Técnico em Segurança do Trabalho – Escola Técnica Estadual Martin Luther King 2002.
Experiência profissional e capacitações:
Capacitação em suporte básico de vida para profissionais de saúde da American Heart Association (AHA) em 2016.
Membro da comissão do CB-24 (Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndios).

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, participo da revisão de elaboração das seguintes normas:
NBR 14.276 Brigada de Emergência
NBR 14.608 Bombeiro Civil
NBR 15.219 Plano de Emergências

Professor Convidado do COREN Educação (Conselho Regional de Enfermagem) como palestrante para Auxiliar, Técnicos e Enfermeiros.

Membro convidado do Ministério da Saúde na revisão e elaboração dos protocolos básico e avançado de atendimento SAMU 192.

Enfermeiro de Bordo em Transporte Aeromédico – Aeroporto de Congonhas.
Enfermeiro da unidade de Suporte Avançado do Resgate Rodoviário Base Rodovia SP – 021 .
Voluntário na ONG Força Tarefa Brasileira em diversas missões humanitárias, incluindo Resgate Aéreo em locais de difícil acesso.

Instrutor em Transporte e Resgate Aeromédico – Santa Casa de São Paulo.
Foi Enfermeiro da unidade de Suporte Avançado no Autódromo de Interlagos e instrutor convidado no GRPAe – Grupamento de Rádio Patrulhamento Aéreo (Águia) CTO em 2012.

Professor convidado do curso de pós graduação Latu Sensu da UniAraras no cursos de Resgate e Transporte Aeromédico e Fisiologia de Voo, também ministra o curso de Transporte Aeromédico para pilotos de empresa de táxi-aéreo e profissionais da área da saúde.

Docente na disciplina em Enfermagem, com ênfase em Enfermagem de Saúde do Adulto, Urgência e Emergência, e Medicina e Enfermagem em Transporte Aeroespacial.

Professor convidado da Universidade Estácio de Sá no curso de Pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho nas disciplinas Explosão e Prevenção e Controle de Incêndios em Plantas de Alto Risco.

Capacitação na Universidade do Texas – Texas A&M University System Estados Unidos em 2015 em Resposta em Emergências com produtos perigosos inflamáveis, liquido e gás, fogo tridimensional 2D, e 3D.Métodos de propagação do fogo (convecção, condução, irradiação e projeção), dinâmicas e definições sobre, BOILOVER, FLASHOVER, BACKDRAFT, BLEVE; sistemas fixos e portáteis de prevenção e combate a incêndio e métodos de utilização; técnicas e táticas de combate a incêndio Estrutural (Ataque direto, indireto e combinado – Técnica 3DWF – Tree Dimensional Water Fog e Rapid Fire Progress); Técnicas de ventilação natural e forçada nas operações de combate a incêndio Estrutural; Técnicas de combate em Plantas Petroquímicas e de Gás (esferas de GLP) e tanques, Utilização e forma de atuação do LGE Proteínico, Fluorproteínico, AFFF e Formador de Filme Aquoso Resistente a Álcool, taxas de expansão e dosagens utilizadas para Álcool e Hidrocarbonetos (Sintex AFFF), Sistema fixo de espuma (tanque de LGE, proporcionador e solução), principais técnicas de combate (Attack Deflection, Rolling the Foam, Blanket Of Foam e Flood attack).

Coordenador do grupo voluntário GUARDIOES FLORESTAL atuando do controle de incêndio em vegetação área de proteção ambiental inserida na Zona Leste de São Paulo.

Atuação como voluntario no maior incêndio da história do Chile (fevereiro de 2017).

ENB – Escola Nacional de Bombeiros de Portugal,
Capacitação no primeiro treinamento internacional de alta performance em resposta a emergências na Europa.

Conteúdo:
Busca e Salvamento – Nível Avançado.
Utilização de proteção respiratório e equipamentos auxiliares;
Procedimentos de segurança relacionados com equipamentos respiratórios;
Efeitos no corpo humano relacionados com a utilização e equipamentos de proteção respiratória;
Procedimentos de Segurança – RIT (Radid Intervention Team);
Procedimentos de Busca e Salvamento – RIT (Radid Intervention Team);
Remoção de Vítimas – RIT (Radid Intervention Team):
Atividades Práticas em Simuladores.

Flashover Nível Avançado
Comportamento dos incêndios em ambientes urbanos / estruturais;
Controle dos fenômenos de progressão rápida dos incêndios;
Procedimentos de acesso e progressão;
Atividades práticas em simuladores.

Gestão de Operações de Emergência
Sistemas de gestão de operações de emergências;
Exercícios de gestão de operações utilizando realidade virtual;
Atividades práticas no Centro de Treinamento em Realidade Virtual.

Hazmat medical Capacitação pela Universidade do Texas – Texas A&M University System Estados Unidos em 2017

Medical Services Personnel Who Respond to Incidents with Hazardous Materials
Response Proteção Pessoal
Cuidados RAPID
Equipamento de Proteção Individual
Descontaminação de pessoal de resposta
Reabilitação remoção PPE
Avaliação
Produtos químicos
Agentes radiológicos
Agentes biológicos
Pacientes pediátricos
Explosivos
ICS e Preparação de hospital
Fontes de informação
ERG, NIOSH, CAMEO / ALOHA
Triagem
Preparação de hospital
Gestão de cadáveres
Ambulatório de descontaminação e não-ambulatorial