Curso de APH Atendimento Pré-hospitalar 220h

Curso de APH Atendimento Pré-hospitalar 220h

CURSO DE CAPACITAÇÃO em APH

 

Atendimento Pré-hospitalar 220 horas.

Referência Portaria GM 2048 do Ministério da Saúde.

INÍCIO: 02 de Outubro, de segunda a sexta das 19:00h ás 22:30

Introdução Programa e atividade de integração Pré e Pós-teste. Trabalho em equipe

Salvamento terrestre; Salvamento em alturas; Salvamento aquático; Materiais e equipamentos Conhecimento e habilidade psicomotora para realização de salvamento terrestre, aquático e em alturas.

Sistema de saúde local e serviços relacionados. Apresentação da rede hierarquizada dos serviços de saúde. Conhecer a organização do sistema de saúde local de acordo com a hierarquia dos serviços

Serviço Pré Hospitalar Móvel Histórico do serviço pré-hospitalar móvel. Perfil profissional; Apresentação do serviço de atendimento pré-hospitalar (APH) móvel de sua cidade Apresentação da Portaria GM/MS nº 2048 de 5 de novembro de 2002 – Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência Conceitos de ética médica ligada ao APH Trabalho em equipe.

Conhecer os conceitos da Portaria e as competências dos profissionais da área de segurança, bombeiros.

Central de Regulação e Equipamentos Manejo de equipamentos da central de urgência (rádios), veículos e materiais utilizados no APH móvel, rotinas operacionais. Manuseio do sistema de rádio e técnicas de comunicação.

Anatomia e Fisiologia Anatomia topográfica: regiões anatômicas e noções gerais de anatomia topográfica. Aparelhos e sistemas: anatomia e fisiologia dos aparelhos e sistemas do corpo humano: em especial esquelético, cardíaco, respiratório.
Conhecimento das principais divisões anatômicas, regiões anatômicas, e noções de anatomia topográfica. Conhecimento dos aspectos morfológicos e fisiológicos dos diversos aparelhos para formulação de correlação anátomo-clínica

Cinemática do Trauma Exame da cena e mecanismos de lesões. Conhecer a importância do exame da cena do acidente para identificar sinais de gravidade. Saber correlacionar a cenas com os mecanismos de lesões.

Abordagem do paciente. Abordagem Primária e secundária de uma Vítima; técnicas relativas à avaliação de sinais vitais de vítimas: pressão arterial, frequência respiratória e de pulso, temperatura e outros. Escala de coma de Glasgow e escala de trauma revisado ou escala de trauma utilizada pelo serviço local.

Realizar a abordagem primária e secundária para reconhecer sinais de gravidade em situações que ameaçam a vida de forma imediata e as lesões dos diversos segmentos. Saber utilizar a escala de Glasgow e de trauma.

Manejo de Vias Aéreas/Ressuscitação Cardiopulmonar Obstrução de Vias Aéreas. Desobstrução de Vias Aéreas. Sinais e Sintomas de parada respiratória e cardíaca. Técnicas de reanimação cardiopulmonar em adulto e criança.

Materiais e equipamentos utilizados em parada cardiorrespiratória. Materiais e Equipamentos utilizados em oxigênio terapia.

Biossegurança.
Conhecer as principais doenças transmissíveis.
Conhecer normas de biossegurança, materiais e métodos de controle de infecções. Reconhecer e manejar obstrução de vias aéreas;
Realizar oxigênioterapia.
Conhecer equipamentos utilizados em parada cardiorrespiratória. Estar habilitado para técnicas de RCP Utilizar técnicas e métodos de controle de infecções.

Ferimentos / hemorragia / Bandagem / Choque Tipos de ferimentos; hemorragia; choque, principalmente choque hipovolêmico; Curativos e Bandagens; Técnicas de Suporte Básico de Vida para o tratamento do choque hipovolêmico. Reconhecer os diversos tipos de ferimentos, hemorragias, choque hipovolêmico;

Possuir habilidades psicomotoras relativas às aplicações de técnicas de curativos e bandagens com controle de hemorragias e suporte básico nos casos de choque hipovolêmico.

Trauma músculo-esquelético e imobilizações.
Trauma Músculo Esqueléticos e seus sinais e sintomas.
Técnicas relativas à imobilização de extremidades lesadas. Materiais e equipamentos utilizados para a imobilização de extremidades lesadas.
Reconhecer os diversos tipos de trauma músculo-esquelético Executar técnicas de imobilização de extremidades lesadas com equipamentos adequados.

Traumatismos específicos Traumatismo Cranioencefálico Traumatismo Raquimedular Trauma Torácico e Abdominal Trauma de Face Conhecer as peculiaridades e prestar o atendimento inicial nos diversos traumatismos específicos
Trauma na Criança e na Gestante Agravos por eletricidade
Queimaduras

Remoção de vítima Materiais e equipamentos utilizados para a remoção de vítimas de acidentes. Técnicas de remoção de vítimas de acidentes: rolamento, elevações, retirada de veículos, transporte com ou sem a utilização de materiais e equipamentos. Técnicas relativas à remoção de vítimas de acidentes aquáticos e em altura com especial cuidado à coluna vertebral. Saber utilizar materiais e equipamentos para remoção de vítimas de acidentes nas diversas situações encontradas.

Assistência ao Parto e Cuidados com o Recém Nascido Trabalho de Parto – período expulsivo Cuidado com o Recém-Nascido Possuir habilidades psicomotoras relativas ao atendimento ao parto normal e cuidados com o recém-nascido

Intervenção em crises e atendimentos de pacientes especiais Reconhecimento e Intervenção em situação de crise.
Conhecer as peculiaridades e prestar o atendimento inicial nessas situações

Afogamento Fisiologia e técnicas de abordagem. Peculiaridades no atendimento.
Conhecer as peculiaridades e prestar o atendimento inicial.

Intoxicação Exógena Reconhecimento e peculiaridades no atendimento inicial.
Conhecer as peculiaridades e prestar o atendimento inicial.
Emergências Clínicas Peculiaridades e Atendimento inicial de emergências clinicas mais frequentes.

Conhecer as peculiaridades e prestar o atendimento inicial

Acidentes com múltiplas Vítimas e Catástrofes Conceito Princípios de Controle da Cena Triagem, tratamento e transporte. Saber manejar situações de acidentes com múltiplas vítimas.

Acidentes com produtos perigosos Conceitos/Legislação Princípios de atendimento.

Prestar o atendimento inicial de maneira adequada garantindo a segurança da equipe e das vítimas.

Estágios hospitalares Rotinas de atendimento de pronto socorro; maternidade. Conhecer fluxo de atendimento dos hospitais da rede hierarquizada bem como presenciar atendimento das emergências. 12h

Estágios em Ambulâncias Vivência prática de atendimento Familiarização com a rotina de serviço e participar de atendimento de vítimas em situações reais 24h

Avaliação teórica e pratica do curso Provas escritas e práticas de avaliação de conhecimento.
Demonstrar conhecimentos adquiridos

Carga horaria: 220h (duzentas e vinte horas).
Professores: Mestres e Especialista atuantes nos serviços de Prevenção, Emergência e RESGATE nas mais conceituadas instituições de São Paulo.

Instrutores:
Daniel Jobim,
Graduado enfermeiro em 2000.
Pós Graduado em Atendimento Pré Hospitalar
Pós graduado em UTI
Experiência em:
APH rodoviário
UTI hospitalar
Pronto Socorro Adulto e infantil
Transporte Aeromédico (asa fixa e asa rotativa).
Docente da Graduação e Pós graduação de 2 universidades.
Implantação do Serviço Móvel de Urgência Pré Hospitalar de Luanda-Angola
Gestor da educação permanente do Grupo BEM.
Cursos:
PHTLS
ACLS
Salvamento em altura (técnicas verticais).
Salvamento Aquático.
Transporte aeromédico.

RODRIGO DIAS: Técnico Enfermagem experiência área Hospitalar PSA e UTI, RESGATE RODOVIÁRIO, atualmente trabalha CCR NOVA DUTRA, Bombeiro Industrial.

Jaqueline Costa: Enfermeira pela FASM há 13 anos, especialista pela UniFMU 2006, experiência de 7 anos em pronto Socorro adultos e infantil, 4 anos de Suporte avançado e intermediário no GRAU, E 15 anos de SAMU com SBV e Intermediário , 4 anos de pronto socorro adultos e infantil como auxiliar de enfermagem, e pós graduação em docência em ciências da saúdecursos de BLS, ACLS, PHTLS

Fabio Barros: Técnico em Enfermagem
Técnico em Segurança do trabalho
Técnico em Emergências Medicas pela NAEMT – EUA (First responder)
PHTLS, ACLS, BLS – EmmE (Argentina)
Instrutor para serviços de Emergências – NFPA
Mergulhador de resgate – Exército Brasileiro;
Especializado em Emergências antropogênicas e Resgates Tecnológicos, Bombeiro de Emergências para Tecnologias Avançadas – UFRJ, salvamento em alturas e estágio de montanha – EB, Resgate CRR – ENSEG, coordenador da divisão de ensino SAMU 2010,2011,2012. Primeiro profissional de segurança a implementar um programa de segurança e saúde para biologos de campo realizado na Amazônia o qual hj é utilizado mundialmente para esse tipo de atuação, especializado em QBRN (operações química, biológica, radiológica e nuclear) Tec. Em explosivos ( blaster operacional);
Instrutor TC3 (tactical Combat casualy Care) programa para resgate de combatente ferido nos módulos de Cara in the Fire, Case evac, MedEvac – NAEMT, Combat Medic – TEES ( tactical enter explosive eschool), membro Csar ( Combat Sarch André Rescue) como operador médico, coordenadoria de socorro e desastre DC Caxias 2009 a 2013, Secretário de DC de Valença 2015 a 2016, participante dos desastres da região serrana 2011, Petrópolis, Xerém, espírito santo2013, Pernambuco 2017, instrutor, consultor e palestrante.

Professor convidado na pós graduação Estácio de Sá para engenharia, Instituído dê macromoléculas (IMA) – UFRJ módulo de emergências químicas para mestrado e doutorado e Universidade Veiga de Almeida (enfermagem).

Douglas Magalhães : Integrante do CBPMESP 10 anos
Socorrista do SAMU;
Instrutor de supervisores de espaços confinados;
Instrutor de trabalho em altura;
Instrutor de salvamento em trabalhos em altura;
N1 sist College;
Resgate técnico vertical avançado;
Técnico em segurança do trabalho;
Auditor de resgate em espaços confinados;
Socorrista da cruz vermelha brasileira;
Sobrevivência na selva grupo bare.
Suporte avançado de vida 1 e 2
Primeiros socorros traumatologia da USP
Palestrante em diversas empresas e faculdades
Salvamento em locais de difícil acesso – GRAU – SP.

Marcelo Gomes de Carvalho
Titulação: Mestre.

Experiência: Graduação: Bacharel em Enfermagem. 1990. Universidade Gama Filho.
Licenciatura plena e Habilitação em Enfermagem Médico-Cirúrgica: 1990.Universidade Gama Filho.
Mestrado em Cardiologia: Universidade de Guarulhos – UnG: 2008.

Instrutor do Curso TLSN – Trauma Life Support for Nurses do Hospital das Clínicas. 2000.
Curso de Instrutor do ACLS – Advanced Cardiac Life Support. InCor.2007.
Curso de Instrutor SBV – Suporte Básico de Vida – SOCESP – Sociedade de Cardiologia de São Paulo.2010.

Atuou como Enfermeiro da Santa Casa de São Paulo – PSCT, Hospital Israelita Albert Einstein – PA, Amil Resgate Saúde, Hospital Sírio Libanês – UCC, Autoban e Resgate do Rodoanel.

Foi professor no Curso de Urgência e Emergência da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, como Professor convidado na pós-graduação da Universidade Literatus (Manaus), IEFAP (Pará), Uninove – Urgência e Emergência e Cardiologia, UniAnhanguera – Urgência e Emergência e UTI, e na Escola de Enfermagem da Santa Casa de São Paulo (Coordenador da Especialização Técnica em Urgência e Emergência da FUNDAP ). Também coordeno a Pós-graduação em Cardiologia a Santa Casa de São Paulo e Resgate Aeromédico da UniAraras.

João Godoi
Formação:
Pós Graduação em Urgência e Emergência – Universidade Nove de Julho – UNINOVE 2008
Ensino Superior, Graduação Bacharel em Enfermagem – Universidade Camilo Castelo Branco, 2007
Curso Técnico em Segurança do Trabalho – Escola Técnica Estadual Martin Luther King 2002.
Experiência profissional e capacitações:
Capacitação em suporte básico de vida para profissionais de saúde da American Heart Association (AHA) em 2016.
Membro da comissão do CB-24 (Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndios).

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, participo da revisão de elaboração das seguintes normas:
NBR 14.276 Brigada de Emergência
NBR 14.608 Bombeiro Civil
NBR 15.219 Plano de Emergências

Professor Convidado do COREN Educação (Conselho Regional de Enfermagem) como palestrante para Auxiliar, Técnicos e Enfermeiros.

Membro convidado do Ministério da Saúde na revisão e elaboração dos protocolos básico e avançado de atendimento SAMU 192.

Enfermeiro de Bordo em Transporte Aeromédico – Aeroporto de Congonhas.
Enfermeiro da unidade de Suporte Avançado do Resgate Rodoviário Base Rodovia SP – 021 .
Voluntário na ONG Força Tarefa Brasileira em diversas missões humanitárias, incluindo Resgate Aéreo em locais de difícil acesso.

Instrutor em Transporte e Resgate Aeromédico – Santa Casa de São Paulo.
Foi Enfermeiro da unidade de Suporte Avançado no Autódromo de Interlagos e instrutor convidado no GRPAe – Grupamento de Rádio Patrulhamento Aéreo (Águia) CTO em 2012.

Professor convidado do curso de pós graduação Latu Sensu da UniAraras no cursos de Resgate e Transporte Aeromédico e Fisiologia de Voo, também ministra o curso de Transporte Aeromédico para pilotos de empresa de táxi-aéreo e profissionais da área da saúde.

Docente na disciplina em Enfermagem, com ênfase em Enfermagem de Saúde do Adulto, Urgência e Emergência, e Medicina e Enfermagem em Transporte Aeroespacial.

Professor convidado da Universidade Estácio de Sá no curso de Pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho nas disciplinas Explosão e Prevenção e Controle de Incêndios em Plantas de Alto Risco.

Capacitação na Universidade do Texas – Texas A&M University System Estados Unidos em 2015 em Resposta em Emergências com produtos perigosos inflamáveis, liquido e gás, fogo tridimensional 2D, e 3D.Métodos de propagação do fogo (convecção, condução, irradiação e projeção), dinâmicas e definições sobre, BOILOVER, FLASHOVER, BACKDRAFT, BLEVE; sistemas fixos e portáteis de prevenção e combate a incêndio e métodos de utilização; técnicas e táticas de combate a incêndio Estrutural (Ataque direto, indireto e combinado – Técnica 3DWF – Tree Dimensional Water Fog e Rapid Fire Progress); Técnicas de ventilação natural e forçada nas operações de combate a incêndio Estrutural; Técnicas de combate em Plantas Petroquímicas e de Gás (esferas de GLP) e tanques, Utilização e forma de atuação do LGE Proteínico, Fluorproteínico, AFFF e Formador de Filme Aquoso Resistente a Álcool, taxas de expansão e dosagens utilizadas para Álcool e Hidrocarbonetos (Sintex AFFF), Sistema fixo de espuma (tanque de LGE, proporcionador e solução), principais técnicas de combate (Attack Deflection, Rolling the Foam, Blanket Of Foam e Flood attack).

Coordenador do grupo voluntário GUARDIOES FLORESTAL atuando do controle de incêndio em vegetação área de proteção ambiental inserida na Zona Leste de São Paulo.

Atuação como voluntario no maior incêndio da história do Chile (fevereiro de 2017).

ENB – Escola Nacional de Bombeiros de Portugal,
Capacitação no primeiro treinamento internacional de alta performance em resposta a emergências na Europa.

Conteúdo:
Busca e Salvamento – Nível Avançado.
Utilização de proteção respiratório e equipamentos auxiliares;
Procedimentos de segurança relacionados com equipamentos respiratórios;
Efeitos no corpo humano relacionados com a utilização e equipamentos de proteção respiratória;
Procedimentos de Segurança – RIT (Radid Intervention Team);
Procedimentos de Busca e Salvamento – RIT (Radid Intervention Team);
Remoção de Vítimas – RIT (Radid Intervention Team):
Atividades Práticas em Simuladores.

Flashover Nível Avançado
Comportamento dos incêndios em ambientes urbanos / estruturais;
Controle dos fenômenos de progressão rápida dos incêndios;
Procedimentos de acesso e progressão;
Atividades práticas em simuladores.

Gestão de Operações de Emergência
Sistemas de gestão de operações de emergências;
Exercícios de gestão de operações utilizando realidade virtual;
Atividades práticas no Centro de Treinamento em Realidade Virtual.

Hazmat medical Capacitação pela Universidade do Texas – Texas A&M University System Estados Unidos em 2017

Medical Services Personnel Who Respond to Incidents with Hazardous Materials
Response Proteção Pessoal
Cuidados RAPID
Equipamento de Proteção Individual
Descontaminação de pessoal de resposta
Reabilitação remoção PPE
Avaliação
Produtos químicos
Agentes radiológicos
Agentes biológicos
Pacientes pediátricos
Explosivos
ICS e Preparação de hospital
Fontes de informação
ERG, NIOSH, CAMEO / ALOHA
Triagem
Preparação de hospital
Gestão de cadáveres
Ambulatório de descontaminação e não-ambulatorial

CURSO ONLINE GRATUITO PARA BOMBEIROS de CÂMERA TÉRMICA clique e comece !

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Agora disponível a Academia Virtual OBA

03 de abril de 2017
(OBA)
A plataforma oferece excelência de treinamento on-line para todos os bombeiros na América, livre e em espanhol.
3 de abril de Buenos Aires Organização dos Estados Americanos Fire (OBA) inaugurou hoje o Virtual Academy OBA, distância oficial plataforma de educação da Organização. O projeto foi criado com o objetivo de oferecer treinamento gratuito, online e excelência para todos os bombeiros nos Estados Unidos.

A participação é gratuita para todos, ou não sócio ativo ou membro do OBA. Qualquer bombeiro ou bombeiro que você tem um endereço de e-mail e ligação à Internet podem fazer cursos OBA Academia Virtual.

“A profissionalização dos bombeiros de todo o continente é a nossa missão. Queremos chegar a cada temporada e qualquer bombeiro ou bombeiro todos podem acessar sem nenhum custo para muito formação de alto nível em espanhol. OBA Virtual Academy é mais um passo nessa direção “, disse Juan Carlos Subercaseaux, Coordenador Acadêmico da OBA e representante do Corpo de Bombeiros de Santiago de Chile (CBS).

O programa acadêmico é aberto com os “Thermal câmeras: Usos e aplicações em combate a incêndios” curso, que estará disponível on-line para a implementação a partir de hoje até o dia 3 de maio de 2017. O mesmo é ensinado por Diego Valencia, Gerente regional, especialista de vendas ED Bullard e câmeras térmicas. Ensina conhecimentos básicos de usos e aplicações da ferramenta e é projetado para ser acessível a qualquer bombeiro sem conhecimento prévio sobre o assunto.

 

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Lei que obriga locais a ter equipes de Bombeiros Civis em São Paulo volta a valer.

Lei que obriga locais a ter equipes de Bombeiros Civis em São Paulo volta a valer.

A Lei Municipal 16.312, sancionada pelo Prefeito Fernando Haddad em 17 de novembro de 2015, havia sido revogada.

Em 22 de fevereiro, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, por votação unânime, revogou a liminar e julgou extinto o processo. Uma conquista para a categoria!

De acordo com o presidente do Sindibombeiros, Derivaldo Alves, “mais uma vez nossa luta foi vencedora. E a cidade de São Paulo já possui a obrigatoriedade da presença dos bombeiros civis nos estabelecimentos que menciona. Parabéns a toda a categoria por mais essa vitória!”

Confira a Lei. na integra.

LEI Nº 16.312, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2015 (Projeto de Lei nº 494/12, do Vereador Eliseu Gabriel – PSB)

Dispõe sobre a obrigatoriedade de manutenção de uma brigada profissional, composta por bombeiros civis, nos estabelecimentos que menciona, e dá outras providências.

FERNANDO HADDAD, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, em sessão de 20 de outubro de 2015, decretou e eu promulgo a seguinte lei:

Art. 1º Fica instituída, no âmbito do Município de São Paulo, a obrigatoriedade de manutenção de equipes de brigada profissional, composta por bombeiro civil, nos estabelecimentos que esta lei menciona.

Art. 2º Os estabelecimentos a que se refere o art. 1º são:

I – shopping center;

II – casa de shows e espetáculos;

III – hipermercado; IV – grandes lojas de departamentos;

V – campus universitário;

VI – qualquer estabelecimento de reunião pública educacional ou eventos em área pública ou privada que receba grande concentração de pessoas, em número acima de 1.000 (mil) ou com circulação média de 1.500 (mil e quinhentas) pessoas por dia;

VII – demais edificações ou plantas cuja ocupação ou uso exija a presença de bombeiro civil, conforme Legislação Estadual de Proteção contra Incêndios do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

§ 1º Para os fins do disposto nesta lei, considera-se:

I – shopping center: empreendimento empresarial, com reunião de lojas comerciais, restaurantes, cinemas, em um só conjunto arquitetônico;

II – casa de shows e espetáculos: empreendimento destinado à realização de shows artísticos e/ou apresentação de peças teatrais e de reuniões públicas, em local cuja capacidade de lotação seja igual ou superior a 500 (quinhentas) pessoas;

III – hipermercado: supermercado grande, que, além dos produtos tradicionais, venda outros como eletrodomésticos e roupas;

IV – campus universitário: conjunto de faculdades e/ou escolas para especialização profissional e científica, instalado em imóvel com área superior a 3.000m² (três mil metros quadrados).

§ 2º No caso de hipermercados ou de outro estabelecimento mencionado nesta lei que seja associado a shopping center, a unidade de combate a incêndio poderá ser única, atendendo o shopping center e o estabelecimento associado.

Art. 3º Cada brigada profissional deverá ser estruturada do seguinte modo:

I – recurso de pessoal: a equipe de bombeiro civil contratada deverá atender aos termos da legislação estadual vigente e NBR 14.608/ABNT e, em locais onde haja frequência de pessoas do sexo feminino, pelo menos um membro da equipe deverá ser do sexo feminino;

II – recursos materiais obrigatórios: a) (VETADO) b) (VETADO) c) materiais para inspeções preventivas e ações de resgate em locais de difícil acesso inerente aos riscos de cada planta; d) kit completo de primeiros socorros para ações de suporte básico de vida, incluindo o desfibrilador nos casos em que a lei exija; e) (VETADO) f) (VETADO)

Art. 4º No caso de descumprimento aos termos desta lei, o estabelecimento estará sujeito à multa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), atualizado anualmente com base no Índice Geral de Preços – Mercado – IGP-M ou, em sua falta, em outro índice de referência. Parágrafo único. (VETADO)

Art. 5º Esta lei entra em vigor no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contados da data de sua publicação.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 17 de novembro de 2015, 462º da fundação de São Paulo.

FERNANDO HADDAD, PREFEITO WEBER SUTTI, Secretário do Governo Municipal – Substituto Publicada na Secretaria do Governo Municipal, em 17 de novembro de 2015.

Cerca de 90% das pessoas que estão na emergência do hospital não precisariam estar.

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Pronto Socorro (PS) deve ser usado em casos de urgência e emergência. A utilização adequada dos serviços do PS permite que as pessoas usufruam melhor do serviço de atendimento emergencial.

Diferença de urgência e emergência

Urgência – São consideradas urgências as necessidades que as pessoas valorizam subjetivamente como inadiáveis e que as induzem a buscar assistência com maior celeridade frente a outros problemas de saúde.

Emergência – Os atendimentos de emergência são os que implicam em risco imediato de morte, constatado por critérios clínicos.

Confira algumas das emergências mais comuns

Nestes casos o atendimento deve ser realizado no Pronto Socorro:
• Acidentes de carro;
• Acidentes de origem elétrica;
• Acidentes com projeteis de armas de fogo;
• Acidentes com armas brancas;
• Acidentes com animais peçonhentos (cobra, escorpião etc.);
• Lesões esportivas;
• Fraturas e cortes por acidentes ou quedas;
• Queimaduras;
• Afogamentos;
• Hemorragia;
• Infarto do miocárdio (dor no peito);
• Dificuldade respiratória ataque de asma, pneumonia;
• Derrames, perda de função e/ou dormência nos braços ou pernas;
• Perda de visão ou de audição;
• Inconsciência;
• Confusão, alteração do nível de consciência, desmaio;
• Pensamentos suicidas ou homicidas;
• Intoxicações por medicamentos ou drogas;
• Dor abdominal grave e vômito persistente;
• Intoxicação alimentar;
• Sangue no vômito, na tosse, na urina ou nas fezes;
• Reações alérgicas graves à mordida de inseto, a alimento ou à medicação;
• Complicações de doenças; e
• Febre alta, acima de 39, 5ºC

Alguns casos que não precisam ser atendidos no PS

• Dor de garganta – atendimento no PSF
• Dor de ouvido – atendimento no PSF
• Diarréia – atendimento no PSF
• Vômito – atendimento no PSF
• Dor na Coluna – atendimento no PSF
• Febre abaixo de 39,5º C – atendimento no PSF
• Resfriado – atendimento PSF
• Curativo – atendimento Policlínica
• Retirada de pontos – atendimento Policlínica

Por que devo evitar o uso do PS por motivos de rotina?

Porque o atendimento de urgência combate somente os sintomas, não investiga a causa da doença. O atendimento em PS também não lhe dá direito ao retorno e acompanhamento com o mesmo médico.

Os pacientes que apresentarem situações incompatíveis com atendimento em PS devem sempre se dirigir à clínica ou ao consultório médico, preferivelmente de clínica geral, para terem, de maneira exata, as suas necessidades básicas atendidas.

A atenção ambulatorial, fora das rotinas de urgência e de emergência, permite ao médico consultar e estudar o paciente como um todo, numa abordagem geral e completa, além de avaliar na consulta de retorno se o diagnóstico está correto e se o tratamento foi adequado. 

Texto: Hospital Decruzilia

Desfibrilador utilizado por leigos treinados pode dobrar a sobrevida de vítimas, em comparação ao acesso pelo SAMU.

De acordo com grandes estudos populacionais, o Acesso Público à Desfibrilação (APD), colocando DEAs à disposição de leigos treinados no seu uso, tem o potencial de ser a intervenção que representa o maior avanço no tratamento da PCR em fibrilação ventricular, desde o desenvolvimento da RCP, pois permite que as vítimas sejam desfibriladas dentro dos primeiros minutos de PCR. Há evidências de que o manuseio de DEAs, dentro de programas de APD, pode dobrar a sobrevida de vítimas, em comparação ao acesso ao SAMU.

O CFAB-SP, Escola de Bombeiro Civil, é um Ponto de Acesso Público a Desfibrilação.
Em 09 de Dezembro de 2016, por volta das 18:55 fomos solicitados por um cidadão para atendimento a uma vítima inconsciente, masculino, aproximadamente 45 anos, na rua Américo Salvador Novelli 521, a vitima encontrava-se em parada cardiorrespiratória, iniciado o protocolo de RCP, utilizado o DEA um choque aplicado. A vítima foi removida aos Hospital Santa Marcelina.
Não temos informações do estado da vitima.

Ministério da Saúde. Datasus: Indicadores de mortalidade: mortalidade proporcional por grupos de causas. [Acesso em 2012 Jan 22]. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/ tabcgi.exe?idb2010/c04.def

 

DEA – Choque na parada Cardiorrespiratória.

American Heart Association.

Choque primeiro versus RCP primeiro

2015 (Atualizado): Em PCR de adultos presenciada, quando há um DEA disponível imediatamente, deve-se usar o desfibrilador o mais rapidamente possível. Em adultos com PCR sem
monitoramento ou quando não houver um DEA prontamente disponível, deve-se iniciar a RCP enquanto o desfibrilador é obtido e aplicado e tentar a desfibrilação, se indicada, assim que o dispositivo estiver pronto para uso.

2010 (Antigo): Ao presenciar uma PCR extra-hospitalar e havendo um DEA prontamente disponível no local, o socorrista deverá iniciar a RCP com compressões torácicas e usar o DEA
o quanto antes. Profissionais de saúde que tratem de um PCR em hospitais ou outras instituições com DEAs ou desfibriladores no local devem aplicar a RCP imediatamente e usar o DEA/
desfibrilador tão logo o equipamento esteja disponível. Estas recomendações foram concebidas como apoio à RCP precoce e à desfibrilação inicial, em particular quando há um DEA ou
um desfibrilador disponível instantes após o ataque da PCR.
Quando a PCREH não for presenciada pelo pessoal do SME, o SME poderá iniciar a RCP enquanto verifica o ritmo com o DEA ou no ECG e se prepara para a desfibrilação. Em tais circunstâncias, podem-se considerar de 1½ a 3 minutos de RCP antes da tentativa de desfibrilação. Quando houver dois
ou mais socorristas presentes, aplique a RCP enquanto se busca o desfibrilador.

Em PCR no hospital, há pouca evidência para sustentar ou refutar a RCP antes da desfibrilação. Contudo, em pacientes monitorados, o tempo desde a fibrilação ventricular (FV) até a administração do choque deve ser inferior a 3 minutos,
devendo-se aplicar a RCP enquanto o desfibrilador é preparado.

Por quê: Embora inúmeros estudos tenham se dedicado a saber se há algum benefício obtido com a aplicação de compressões torácicas por um determinado período (normalmente, 1,5 a 3 minutos) antes da administração do choque, não se observou nenhuma diferença no desfecho quando comparado com a administração do choque tão logo
o DEA esteja pronto. A RCP deve ser administrada enquanto as pás do DEA são aplicadas e até que o DEA esteja pronto para analisar o ritmo.

Suporte Básico de Vida em Pediatria RCP em Bebe.

Suporte Básico de Vida em Pediatria RCP em Bebe.

Suporte Básico de Vida em Pediatria e Qualidade da RCP

Resumo dos principais pontos de discussão e alterações
As alterações no SBV pediátrico são semelhantes às do SBV
adulto. Os tópicos analisados aqui incluem:

• Confirmação da sequência C-A-B como a sequência preferida para RCP pediátrica
• Novos algoritmos RCP pediátrica administrada por profissionais de saúde com um socorrista ou vários socorristas na era da telefonia celular
• Estabelecimento do limite máximo de 6 cm de profundidade para as compressões torácicas em adolescentes
• Adoção da velocidade recomendada para as compressões torácicas no SBV adulto de 100 a 120/min
• Reiteração da necessidade de compressões e ventilação no SBV pediátrico

Sequência C-A-B 2015 (Atualizado): Embora a quantidade e a qualidade dos dados de apoio sejam limitadas, é aconselhável manter a sequência das Diretrizes de 2010, iniciando a RCP com
C-A-B em vez de A-B-C. Existem lacunas no conhecimento,
e são necessárias pesquisas específicas para examinar a melhor
sequência de RCP em crianças.

2010 (Antigo): Iniciar a RCP em bebês e crianças com
compressões torácicas, em vez de ventilações de resgate
(C-A-B, em vez de A-B-C). Inicie a RCP com 30 compressões
(socorrista atuando sozinho) ou 15 compressões (para
a ressuscitação de bebês e crianças por dois profissionais
de saúde), em vez de 2 ventilações.

Por quê: Na ausência de novos dados, a sequência de 2010
não foi alterada. A consistência na ordem de compressões,
vias aéreas e respiração para a RCP em vítimas de todas as
idades pode ser de mais fácil memorização e execução por
socorristas que tratam de pessoas de todas as idades.
O uso da mesma sequência para adultos e crianças
proporciona consistência no aprendizado.

Fonte: American Heart Association