Treinamento para equipe AEROMÉDICA – Coronavírus

Treinamento para equipe AEROMÉDICA – Coronavírus

Treinamento para equipe AEROMÉDICA
Pilotos, médicos e enfermeiros com a cápsula de pressão negativa.
Mais proteção, agilidade e segurança contra o COVID-19
Preparados para o combate e cada vez mais equipados
 
Cápsula de transporte de pacientes, possui pressão negativa conforme mudança de altitude da aeronave, conta com filtros biológico para exalação.
Qual o EPI adequado para atendimento de pacientes com CORONAVÍRUS ?

Qual o EPI adequado para atendimento de pacientes com CORONAVÍRUS ?

Qual o EPI adequado para atendimento de pacientes com CORONAVÍRUS ?

Macacão de segurança impermeável, selado com fita adesiva; Bota de borracha impermeável;
Máscara de proteção respiratória N95;
Proteção facial (face shield);
Luva de 2 pares de luvas de látex e luvas nitrílicas.

Importante:
– Todos esses equipamentos devem ser descartados exceto o face shield e as botas de borrachas impermeável.
– A forma de desequipagem também é muito importante.

 

HAZMAT MÉDICO

HAZMAT MÉDICO

CONFIRA O PERFIL DOS INSTRUTORES

GESTÃO DE SISTEMAS DE SAÚDE EM EMERGÊNCIAS PARA MATERIAIS PERIGOSOS E CONTAMINANTES DE ALTO CONTAGIO, TRATAMENTO E TRANSPORTE

OBJETIVOS:
Estabelecer os métodos de ação em caso de emergência com materiais perigosos (HAZMAT), em que existem sobreviventes e necessitam ser transferidos para os Centros de Saúde, onde receberão tratamento definitivo.
Determinar como variáveis ​​influenciam o conceito de SAÚDE, todos os participantes em uma Emergência para Materiais Perigosos (HAZMAT), afetados e que respondem, conseguindo aumentar os níveis de segurança em toda a cadeia de serviços.
Conseguir a criação de equipamentos médicos abrangentes, especializados em materiais perigosos (HAZMAT), que permitem uma operação adequada de busca e salvamento (SAR), na área de emergência, uma transferência segura de (s) vítima (s) e uma recepção e tratamento ideais dos mesmos, nos centros de saúde, em coordenação com os comandos de incidentes em cena.
No final do treinamento, os estagiários têm capacidade suficiente para gerenciar, de maneira abrangente, de maneira eficiente e eficaz, os médicos em um incidente ou emergência com Materiais Perigosos, de origem Química, BIOLÓGICA ( transporte de vítimas biocontaminadas por: Antrax; Clostridium Botulinum; Influenza; Ebola; Corona Vírus; Tularemia; etc). Preparação de veículos para transporte dos pacientes com alto risco de contágio. Equipamentos de proteção individual (EPI).
Emergências Radiológica, Nuclear ou Explosiva (CBRNE), usando procedimentos que aplicam ás vítimas diretamente afetadas pelo produto químico e controle do estado de saúde do Pessoal de Resposta.
Conceitos de SEGURANÇA e SAÚDE, um tipo de operação como maneira de alcançar a sobrevivência de vítimas / pacientes e a manutenção da Equipe de Resposta em condições ideais.

PARA QUEM É DIRECIONADO OU CURSO:
O curso visa instruir e treinar, principalmente, o seguinte pessoal:

a) Médicos
b) Equipe de enfermagem
c) Fornecedores do Sistema Médico de Emergência nos níveis Pré-Hospitalar e Hospitalar.
d) Pessoal dos Centros de Saúde: Públicos e Privados
e) saúde pública
f) Organismos de apoio e salvamento
g) Instituições de segurança pública
h) Pessoal de busca e salvamento (SAR)
i) Avaliadores de risco
j) Pessoal de risco e segurança ocupacional
k) Brigadas Industriais
l) Pessoal de Medicina do Trabalho
m) Pessoal que, devido ao seu trabalho, pode estar envolvido em uma perda devido a Materiais Perigosos (HAZMAT).
n) Bombeiros Civis, Militares, Voluntários.

CONTEÚDO CURSO MÉDICO DE HAZMAT
1.- Gerenciamento de sistemas de saúde em emergências devido a materiais perigosos (HAZMAT) / Manuseio de feridos HAZMAT. Leis e normas.
2.- Diferenças entre um acidente com materiais perigosos (HAZMAT) e outros acidentes.
3.- Cuidados experimentais dos feridos com materiais perigosos (HAZMAT)
4.- Processo de 8 (oito) etapas.
5. Sequência lógica para responder a emergências com materiais perigosos (HAZMAT)
6.- Gerenciamento de balanço de massa de pacientes / pacientes, em emergências com materiais perigosos (HAZMAT)
7.- Hospitais e eventos com materiais perigosos (HAZMAT)
8.- Sistema de Comando de Incidentes (ICS)
9.- Proteção do entrevistado. CUIDADOS RÁPIDOS.
10.- Dinâmica tóxica e cinética tóxica
11.- Antídotos
12.- Terrorismo. Agentes químicos, biológicos, radiológicos, nucleares e explosivos (QBRN)
13.- Processos de descontaminação, durante uma emergência com materiais perigosos (HAZMAT)
14.- Emergências por agentes biológicos
15.- Técnicas de descontaminação
16.- Gerenciamento e descontaminação de cadáveres, em eventos com materiais perigosos (HAZMAT)
17.- Fluxograma de assistência médica pré-hospitalar para lesões de incidentes perigosos (HAZMAT)
18.- Base teórica de risco
Ações para o planejamento e execução de medidas de prevenção e resposta a acidentes
Produtos químicos, relacionados ao setor da saúde. RSI: Regulamento Sanitário Internacional.
19.- Gerenciamento pré-hospitalar de pacientes / pacientes, eventos com materiais perigosos.
O FUTURO. HAZMAT
20.- Funções da equipe médica, em emergências com materiais perigosos (HAZMAT).
Respondentes, respondendo a respondedores. TABELAS DE CONTROLE
21.- Controle de saúde da equipe responsável por responder na emergência com materiais
Perigoso (HAZMAT). Avaliação Pré e Pós Inscrição.
QUEM CERTIFICA O CURSO

O curso será ministrado pelo Centro de Treinamento em Emergências CFAB.

Instrução e coordenação:

Dr. JOSE EDUARDO DE LA TRINIDAD GARCIA VELASCO, endossado pela Universidade de Oriente. Instituição do Estado Venezuelano, onde o professor é professor de pós-graduação, na Faculdade de Medicina e Ciências da Saúde. Também pela Academia YUWAPOKTESEN, instituição privada, especialista em processos de ensino e aprendizagem, para atendimento a emergências e desastres.

Entre os elementos relevantes do currículo do instrutor, temos.

1– Médico (1981) Especialista em Cirurgia Geral e Atendimento ao Trauma (1987). Professor de Pós-Graduação da Faculdade de Medicina da Universidade de Oriente (1988). VENEZUELA
2- Especialista e Instrutor de Suporte Avançado de Vida ao Traumatizado (ATLS) e Suporte de Vida Pré-Traumático (PHTLS). Suporte de vida em trauma no nível pré-hospitalar (2001). Colégio Americano de Cirurgiões: Colégio Americano de Cirurgia (ACS) e Associação Nacional de Técnicos de Emergência Médica. Associação Nacional de Técnicos de Emergência Médica (NAEMT) EUA.
3- Supervisor dos Cursos de Emergência com Materiais Perigosos (HAZMAT) Universidade do Texas A&M. College Station Texas EUA (1995).

1- Especialista em operações de busca e resgate, Search and Rescue( SAR) e evacuações aeromédicas na floresta amazônica. (1974). Graduado em Técnico Superior em Aeronáutica Civil, pelo Instituto Universitário de Aviação Civil Menção: Pesquisa e resgate, ano de 2014. Título concedido por Homologação e Reconhecimento de Experiência.
2 – Diretor Fundador de Defesa Civil e Proteção Civil do Estado Bolívar. Venezuela (1996)
3- Diretor de Saúde do Estado Bolívar. Venezuela (2013 – 2016).
4- Membro Titular da Sociedade Venezuelana de Cirurgia (1989).
5- Membro Honorário da Associação Colombiana de Trauma (2004)
6- Presidente da SOCIEDAD PANAMERICANA de TRAUMA (2008-2009)
7- Parceiro Honorário da Sociedade Paraguaia de Trauma (2011).
MISSÕES MAIORES
a) Terremoto na Cidade do México. 1985. Voluntário
b) Erupção e deslizamento de terra do vulcão Nevado del Ruiz. 1985. Colombia. Voluntário
c) Terremoto na Armênia. País árabe. 1985. Voluntário
d) terremoto de Cariaco. Venezuela 1997. Chefe de Logística.
e) Incêndio florestal. Cordilheira Pakarayma Selva amazônica. Estado de Roraima. Brasil 1998. Chefe de Operações com Helicópteros.
f) Operação Resgate Vargas. Deslizamento. 1999-2000. Chefe de Operações com Helicópteros.
g) Epidemia de febre amarela. Paraguai 2007. Chefe de Missão.
Experiência em Medicina 39 anos
Experiência em SAR 46 anos
Experiência em materiais perigosos HAZMAT 35 anos

Instrutor: João Godoi

Diretor e instrutor no CFAB Centro de Treinamento em Emergências
Especialista em Emergências da Universidade do Texas, João Godoi é Bombeiro Civil, Técnico em Segurança do Trabalho, Enfermeiro e Pós-Graduado em Urgência e Emergência pela Universidade Nove de Julho.
Possui capacitação em Suporte Básico e Avançado de Vida para Profissionais de Saúde da American Heart Association (AHA) em 2016; Enfermeiro de Bordo em Transporte Aeromédico – coordenador da equipe de aeromédica base São Paulo, da Brasil Vida, a maior empresa aeormedica do Brasil. Atuou como Enfermeiro da unidade de Suporte Avançado do Resgate Rodoviário, Base 68 Rodovia SP – 021.
Voluntário na ONG Força Tarefa Brasileira em diversas missões humanitárias, incluindo o Resgate Aéreo em locais de difícil acesso. Instrutor de Transporte e Resgate Aeromédico – Santa Casa de São Paulo.
Membro voluntário ativo no programa FOGO ZERO pela Prefeitura de São Paulo.
Foi Enfermeiro da unidade de Suporte Avançado no Autódromo de Interlagos e Instrutor Convidado do GRPAe – Grupamento de Rádio Patrulhamento Aéreo (Águia) CTO em 2012.
Foi professor do SENAC no curso Técnico em Segurança do Trabalho nas Matérias de Prevenção e Controle de Sinistro Gestão e Emergência, planejamento e resposta em Planos de Emergência e Eventos com alto potencial de danos.
Professor convidado no COREN Educação SP no tema Segurança no APH, Atendimento a Múltiplas Vítimas em Emergências envolvendo Produtos Perigosos e Transporte Aeromédico.
Professor convidado do curso de pós-graduação Latu Sensu da UniAraras nos cursos de Resgate e Transporte Aeromédico e Fisiologia de Voo, também ministra ou curso de Transporte Aeromédico para pilotos de empresas de táxi aéreo e profissionais da área da saúde.
Professor convidado da Universidade Estácio de Sá no curso de Pós-Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho nas Disciplinas Explosão e Prevenção e Controle de Incêndios em Plantas de Alto Risco.
Tem experiência na área de docência de Enfermagem, com ênfase em Enfermagem em Saúde do Adulto, Urgência e Emergência; Medicina e Enfermagem em Transporte Aeroespacial.
Membro voluntário da ABNT / CB-024 – Comitê Brasileiro de Segurança Contra Comissão de Normas NBR 14.276 (Brigada de Incêndio), NBR 14.608 (Bombeiro Civil) e NBR 15.219 (Planos e Equipamentos de Emergência).
Membro voluntário na criação do Protocolo SAMU 192 para suspeita de envolvimento de produtos perigosos, Departamento de Atenção Hospitalar de Urgências do Ministério da Saúde.
Capacitação pela Universidade do Texas – Sistema Universitário A&M do Texas Estados Unidos em 2015. Resposta em Emergências com produtos perigosos inflamáveis, líquidos e gás, fogo tridimensional 2D e 3D.
Métodos de propagação do fogo (convecção, condução, irradiação e projeção), dinâmicas e definições sobre, Boilover, Flashover, Backdraft, BLEVE; sistemas fixos e portáteis de prevenção e combate a incêndio e métodos de utilização; técnicas e táticas de combate a incêndio estrutural (Ataque direto, indireto e combinado – Técnica 3DWF – Névoa de água dimensional da árvore e progresso rápido do fogo); Técnicas de ventilação natural e forçada nas operações de combate a incêndio Estrutural; Técnicas de combate em plantas petroquímicas e gás (esferas de GLP) e tanques.
Utilização e forma de atuação do LGE Protein, Fluorproteínico, AFFF e Formador de Filme Aquoso Resistente a Álcool, Taxas de Expansão e Dosagens Utilizadas para Álcool e Hidrocarbonetos (Sintex AFFF), Sistema Fechado de Espuma (Tanque de LGE, Indicador e Solução), Principais técnicas de combate (Deflexão de Ataque, Rolando a Espuma, Manta de Espuma e Ataque de Inundação).
Coordenador do grupo voluntário GUARDIÕES FLORESTAL atuando no controle de incêndio em vegetação e proteção ambiental inserida na Zona Leste de São Paulo.
Atuação nas operações de combate a incêndios pela Quinta Companhia de Bombeiros de Concepcion, sem maior incêndio da história do Chile (fevereiro de 2017).
ENB – Escola Nacional de Bombeiros de Portugal,
Capacitação no primeiro treinamento internacional de alta performance em resposta a emergências na Europa.
Conteúdo:
Busca e Salvamento – Nível Avançado.
Utilização de proteção respiratória e equipamentos auxiliares;
Procedimentos de segurança relacionados com equipamentos respiratórios;
Efeitos no corpo humano relacionado com o uso e equipamentos de proteção respiratória;
Procedimentos de Segurança – RIT (Radid Intervention Team);
Procedimentos de Busca e Salvamento – RIT (Radid Intervention Team);
Remoção de Vítimas – RIT (Radid Intervention Team):
Atividades Práticas em Simuladores.
Flashover – Nível Avançado
Comportamento dos incêndios em ambientes urbanos / Previsão;
Controle dos fenômenos de progressão rápida dos incêndios;
Procedimentos de acesso e progresso;
Atividades práticas em simuladores.
Gestão de Operações de Emergência
Sistemas de gestão de operações de emergência;
Exercícios de gestão de operações utilizando realidade virtual;
Atividades práticas no Centro de Treinamento em Realidade Virtual.
Hazmat Medical: capacitação pela Universidade do Texas – Sistema Universidade A&M do Texas Estados Unidos em 2017
Pessoal de serviços médicos que responde a incidentes com
resposta a materiais perigosos Proteção Pessoal;
Cuidados RAPID;
Equipamento de Proteção Individual;
Descontaminação de pessoal de resposta;
Reabilitação remover EPI;
Avaliação;
Produtos químicos;
Agentes radiológicos;
Agentes biológicos;
Pacientes pediátricos;
Explosivos;
ICS e Preparação de hospital;
Fontes de informação;
ERG, NIOSH, CAMEO / ALOHA;
Triagem;
Preparação de hospital;
Gestão de Cadáveres;
Ambulatório de descontaminação e não ambulatorial.

Informações: cfab@cfab.com.br
Fone: 11 2072-9968
Whatsapp: 11 979598390

Data prevista: Abril

APH

CURSO DE CAPACITAÇÃO em APH – Atendimento Pre Hospitalar
Atendimento Pré-hospitalar 220 hora – 3 messes – Noturno

Referência Portaria GM 2048 do Ministério da Saúde.
Diretrizes:
PHTLS 8• edição
ATLS 10• edição

Incluso no Curso de APH
*Estagio em Ambulância e Hospital
*Salvamento Aquático e Resgate Veicular

CURSO CAPACITAÇÃO EM APH (ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR) CARGA HORARIA 220 HORAS
Data: Inicio do curso 14 de Janeiro de 2020
Duração: 2 meses e meio a 3 meses
Ministrado de Segunda a sexta-feira
Horário das: 19:00 às 22:30
Documentos para a inscrição: Copias do RG, CPF, Comprovante de endereço, 2 fotos 3X4, exame de aptidão fisica
Inscrições ate o dia 13 de Dezembro

Investimento do curso
R$ 1900,00 (NO CARTÃO DE CREDITO) esse valor pode ser parcelado em 5x R$ 380,00
OU
R$ 1900,00 (NO BOLETO) Entrada de R$ 400,00 no ato da matricula e mais 3x R$ 500,00
A vista: 1650,00

Valores acima, poderão sofrer alteração sem aviso prévio.

Contato: (11) 2072-9968

Contato

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CURSOS ESPECÍFICOS

NR-10 – Segurança em instalações e serviços com eletricidade

Estabelecida à fim de garantir a saúde e segurança no trabalho dos colaboradores atuantes diretamente e indiretamente em serviços e instalações com eletricidade.
A carga horária do curso básico é de 40 horas, tendo como complemento o SEP (Segurança no sistema elétrico de potência) também com 40 horas, a requalificação do curso é reduzida para 20 horas.

Dúvidas frequentes
“Sou bombeiro, mesmo assim preciso fazer a parte de primeiros socorros e combate à incêndio ?”
R: Sim, a parte de primeiros socorros e combate à incêndio é focada em emergências que envolvam eletricidade, além do mais, por se tratar de um curso livre não existem meios de abater cargas horárias de cursos similares.
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NR-20 – Segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis

Estabelecida à fim de garantir a saúde e segurança no trabalho dos locais e trabalhadores que armazenam e/ou manipulam líquidos e gases inflamáveis e combustíveis.

A carga horária do curso varia de acordo com o tipo de atividade que é realizado com os materiais citados, com níveis de capacitação de acordo com o risco.

Dúvidas frequentes
“Sou bombeiro, consigo reduzir a carga horária do curso ?”
R: Não, por se tratar de um curso livre não existem meios de abater cargas horárias de cursos similares.
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NR-33 – Segurança em entrada e trabalho em Espaços Confinados

Estabelecida à fim de garantir a saúde e segurança no trabalho dos colaboradores atuantes diretamente e indiretamente em Espaços confinados

A carga horária do curso varia de acordo com a sua função na atividade
Executante ou “trabalhador” (profissional que adentra o espaço) – 16 horas
Vigia – 16 horas
Supervisor de entrada e trabalho – 40 horas

Dúvidas frequentes
“Tenho alguns espaços na minha empresa, porém, não sei se realmente é um espaço confinado”
R: Para que seja considerado um espaço confinado, sua identificação deve ser por um responsável técnico indicado formalmente pela contratante (sua empresa). O profissional técnico avaliará os seguintes parâmetros especificados pela NR-33 e NBR 16.577:
1º Área não projetada para ocupação humana contínua
2º Possua meios limitados de entrada e saída (de forma qualitativa e não quantitativa)
3º Não possui ventilação natural, quando tem, é insuficiente para remoção de contaminantes e troca de gases atmosféricos
4º Pode possuir pouco ou nenhum oxigênio

Para precisão, consulte um de nossos consultores técnicos e solicite uma visita técnica, será emitido um relatório técnico com o formulário/cadastro de todos os espaços confinados da sua empresa.

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NR-35 – Trabalho em altura

Estabelecida à fim de garantir a saúde e segurança no trabalho dos colaboradores atuantes diretamente e indiretamente em serviços em altura. Caracteriza-se trabalho em altura quando há uma diferença de nível superior a 2 metros, à partir da análise preliminar de risco será estabelecido procedimentos de segurança como medidas de controle para eliminação/redução de danos, sendo assim, os trabalhadores envolvidos poderão executar suas tarefas de forma segura.

Carga horária: no mínimo 8 horas sendo, 4 horas teóricas e 4 horas práticas.

Dúvidas frequentes
“Realizando o curso estarei apto para trabalhar em altura ?”
R: A capacitação em trabalho em altura conforme os parâmetros da NR-35, estipulada pelo antigo Ministério do Trabalho e Emprego, hoje Ministério da Economia, capacitará e dirá apenas os procedimentos de segurança para que a atividade ocorra com redução de riscos e danos. A aptidão para trabalho em altura será dada pelo ASO (Atestado de saúde ocupacional) emitida por um médico após avaliação.
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NR-23 – Segurança contra incêndio

A segurança contra incêndio é estabelecida por um conjunto de legislações à base de decretos, portarias, referências normativas e instruções técnicas de cada estado.

Portanto, a norma regulamentadora de segurança contra incêndio especifica que as diretrizes serão reportadas à legislação estadual, ou seja, atendendo as exigências do seu estado, atenderá a NR-23.

Dimensionamento, venda, recarga anual  e manutenção de extintores – em conformidade com a NBR 12.692 e NBR 12.693, ITCB-21/19.

Água pressurizada – Indicado para materiais sólidos que queimam em superfície e profundidade como papel, madeira, plástico, borracha, tecidos, etc.
Pó químico seco – Indicado para líquidos inflamáveis, líquidos combustíveis e gases
Gás Carbônico – CO² (dióxido de carbono) – Indicado para materiais e equipamentos energizados (baixa tensão)
Pó ABC – Bicarbonato de sódio e monofosfato de amônia – Indicado para veículos e locais que possuem as três classes de incêndio acima.

Também é realizado à cada 5 anos o teste hidrostático para que seja testado, inspecionado e verificado as condições gerais do extintor.

Venda e manutenção de mangueiras de incêndio – em conformidade com a NBR 12.779 e ITCB-22/19

As mangueiras de incêndio são classificadas em 5 tipos e possuem validade de 5 anos, sendo obrigatório o teste hidrostático anual

Tipo 1 – Uso residencial
Tipo 2 – Uso residencial e comercial
Tipo 3 – Uso comercial e industrial
Tipo 4 – Uso industrial
Tipo 5 – Uso industrial e em vegetações devido sua resistência à superfícies quentes

Brigada de emergência (brigada de incêndio)

Edificações públicas e privadas devem atender os requisitos mínimos estabelecidos pelo Decreto Estadual 63.911/2018, NR-23, ITCB-17/19 e NBR 14.276, compondo assim, sua brigada de emergência.

A brigada de emergência é composta por um grupo voluntário de colaboradores de uma edificação/empresa, será consultada a IT-14/18 à fim da identificação de risco de incêndio de acordo com a sua carga em MJ/m², posteriormente, o nível do treinamento será mensurado de acordo com a IT-17/18 podendo se enquadrar nas seguintes situações:

Empresas de risco baixo de incêndio, possuem em média até 300 MJ/m², treinamento de nível básico com 4 horas de treinamento;

Empresas de risco médio de incêndio, possuem em média de 300 à 1.200 MJ/m², treinamento de nível intermediário com 8 horas de treinamento;

Empresas de risco alto de incêndio, possuem carga superior à 1.200 MJ/m², treinamento de nível avançado com 24 horas de treinamento;

Os treinamentos devem ser realizados em campos de treinamento que atendam a NBR 14.277.

Dúvidas frequentes
“Preciso dimensionar a brigada de emergência da minha empresa, como faço ?”
R: O dimensionamento é realizado de acordo com o risco, sendo necessário um especialista habilitado para que seja realizado o cálculo de carga de incêndio. Será consultado o Decreto estadual de segurança contra incêndio para verificar se é exigido a formação de brigada de emergência. Após consulta do decreto, sendo constatada a necessidade de formação de brigada de emergência, obtendo o risco de incêndio de acordo com a sua carga, será aplicado o dimensionamento de brigada conforme IT-17/19, solicite um de nossos consultores para obter dados e quantidade de forma precisa.
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Terceirização da mão de obra de Bombeiros Civis

Bombeiro civil com formação em conformidade com a Lei Federal 11.901, Lei estadual 15.180, Portaria 008/600-14 e NBR 14.608

Os bombeiros contratados pelo CFAB-SP possuem treinamento especializado para melhor atender seus postos de trabalho.

Anualmente/bienalmente serão requalificados, especializados em:

Requalificação de Bombeiro civil
NR-10 (Segurança em instalações e serviços com eletricidade)
NR-20 (Líquidos inflamáveis, combustíveis e gases)
NR-33 (Supervisão de entrada e trabalhos em espaços confinados)
NR-35 (Trabalho em altura com ênfase em resgate)
Inglês emergencial
Libras emergencial

Sem gerar ônus à contratante, em postos de trabalho onde há a contratação de Bombeiros do CFAB-SP, fica incluso no contrato o treinamento in company anual de Brigada de emergência, elaboração e renovação do Plano de ação emergencial.
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Locação de ambulâncias (Suporte básico de vida e UTI Móvel),

Características da ambulância:

1.Isolamento térmico acústico
2. Revestimento das laterais e teto em material lavável
3. Divisória original do veículo, com janela corrediça
4. Fiação padrão ABNT, passadas em conduíte
5. Tomadas 12 ou 110 volts, sendo uma de captação externa, com cabo de 20 Metros.
6. Inversor de voltagem e bateria selada auxiliar
7. Luminárias interna com interruptor
8. Farol de embarque instalado sobre as portas traseiras
9. Piso em compensado naval
10. Manta do tipo PVC, aplicada sob o compensado naval
11. Vidros com película, sendo corrediço na lateral direita e fixos nas portas traseiras
12. Régua tripla completa com regulador, fluxômetro, aspirador, umidificador.
13. Cilindro de oxigênio de 16 litros e suporte com cintas do tipo catraca
14. Armário na lateral esquerda, possuindo bancada, prateleiras e local para colocação do cilindro e colocação da prancha
15. Banco do médico com cinto de segurança
16. Ventilador / exaustor, fixado sobre o teto do veículo
17. Suporte para soro e plasma
18. Maca do tipo retrátil em alumínio, cabeceira regulável, colchonete e rodízios
19. Sinalizador acústico visual tipo barra com 4 tons e módulo de controle
20. Luzes de advertência fixadas nas laterais e traseira do veículo
21. Reforço colocado sobre o piso e embaixo de cada rodízio da maca
22. Rádio comunicação fixo e móvel

DEMAIS ACESSÓRIOS
23. Ar condicionado com dupla saída para paciente e motorista
24. Cadeira de rodas dobrável em alumínio
25. Bomba de infusão UTI
26. Cardioversor UTI
27. Oxímetro de pulso com sensor UTI
28. Respirador UTI
29. Mochila tipo 192 azul e laranja
30. Mochila para ampola amarela
31. Mala de resgate vermelha
32. Mala de resgate azul
34. Prancha curta em compensado naval com cintos
35. Dois suportes para soro
36. Instalação de rede de O2

Além de todos os materiais de pronto atendimento.

Todas as ambulâncias podem ser equipadas como UTI Móvel, o que diferencia a ambulância básica da UTI é

a presença do médico.

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Segurança em operações com Helicópteros

Conjunto de procedimentos de segurança para profissionais envolvidos em operações com helicópteros, conforme Portaria 1141 e ITCB-31.

Dúvidas frequentes
“Sou bombeiro, preciso fazer à parte o curso de Heliponto ?”
R: Não, o curso de heliponto não pode ser vendido à parte pois já deve ser contemplado em sua formação conforme a NBR 14.608. O curso de segurança em operações com Helicópteros é um curso de especialização realizado em um Heliporto com balizamento real de aeronaves, aproximação; embarque e desembarque seguro, procedimentos de emergência em acidentes que envolvam aeronaves de asas rotativas.
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Desencarceramento veicular

Treinamento de especialização voltado para profissionais atuantes em resgate, sendo rodoviário ou público (corpos de bombeiros municipais, militares e voluntários), Bombeiros Civis/Industriais, auditores de campeonatos de resgate e profissionais da área da saúde em geral. O curso tem como objetivo capacitar os profissionais nos códigos NFPA 1670 e NFPA 1936, onde realizarão procedimentos de desencarceramento em vítimas retidas ou presas em seus veículos.

Carga horária: 16 horas
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Desfibrilador Externo Automático (DEA)

Lei 13.945 – Diretrizes da AHA (American Heart Association) 2015 e atualizações de 2017.

O curso tem como objetivo em capacitar os colaboradores da sua empresa à utilizar o desfibrilador externo automático, um equipamento simples e de fácil utilização, porém, é exigido o treinamento e capacitação para aptidão. Reconhecerá uma das principais emergências que é a parada cardiorrespiratória (PCR), na aplicação correta do equipamento, o equipamento irá reconhecer a modalidade de parada e recomendará ou não o choque, onde poderá ocorrer a reversão da PCR.

Carga horária: 4 ou 8 horas

Dúvidas frequentes
“Quem pode se matricular no curso ?”
R: O curso é livre para todos os profissionais, recomendado principalmente à aqueles que possuem um Desfibrilador externo automático em seu local de trabalho ou de frequente visita.
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Combate à incêndio em vegetações – Incêndio florestal

ITCB-17/19 – Lei 12.727/12 – NR-31

O curso tem como objetivo capacitar equipes de resposta em emergências à combaterem incêndios em vegetações ou terras selvagens conforme descrito na ITCB-17/19, sendo localizadas em áreas urbanas e rurais. O treinamento envolverá diversos procedimentos para atender este tipo de emergência, técnicas de combate à incêndio, métodos para limitação da propagação, procedimentos gerais de segurança e integração de equipes de emergência.

Carga horária: 8 ou 16 horas
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Emergências industriais

Treinamento voltado para atualizações e capacitações em resposta à emergências tecnológicas, com o avanço da tecnologia as emergências podem se comportar de maneiras diferentes, visando essas alterações, o profissional será capacitado para atender de forma eficiente os incêndios industriais, visando a preservação da vida, meio ambiente e patrimônio.

Carga horária: 8 ou 16 horas
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Atendimento pré-hospitalar (APH)

Portaria 2.048 do Ministério da Saúde

O curso de atendimento pré-hospitalar tem como objetivo capacitar os profissionais à prestarem atendimentos que antecedem os cuidados hospitalares conforme a Portaria 2.048 do Ministério da Saúde. O profissional capacitado poderá atuar em eventos, empresas e ambulâncias. O curso será ministrado por profissionais atuantes há mais de 15 anos na área da emergência sendo eles médicos, enfermeiros, bombeiros e resgatistas, o curso conta com estágio de 12 horas em ambulância e 12 horas em hospitais.

Carga horária: 220 horas
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Controle de hemorragias

Controle de hemorragias

Ferimentos com sangramentos fatais tem sido cada vez mais frequentes.

O que Todos Deveriam Saber para parar um Sangramento Após um Ferimento.

O ABC do sangramento:

A – Alerta – Ligue 192 ou 193

B – Sangramento – encontrar a lesão sangrante

C – Comprimir – aplicar pressão para parar o sangramento por:
1. Cobrindo a ferida com um pano limpo e aplicando pressão empurrando diretamente com ambas as mãos, OU

2. Usando um torniquete, OU

3. Embalando (introduzindo) gaze na ferida pano limpo e, em seguida, aplicando pressão com ambas as mãos.

Vamos passar por cada um desses pontos à medida que avançamos por este livreto.

A: Alert (alerta)

B: Bleeding (Sangramento)

C: Compress (comprimir)

Alerta Sangramento Comprimir.

Se você tem um kit de primeiros socorros para trauma Para hemorragia com risco de morte em um braço ou perna e um torniquete está disponível:
Aplique o torniquete

1. Passe o torniquete ao redor do braço ou perna sangrando a cerca de 2 a 3 polegadas acima do local da hemorragia (não coloque o torniquete em uma articulação – vá acima da articulação se necessário

Se você tem um kit de primeiros socorros para trauma para hemorragia com risco de morte em um braço ou perna e um torniquete NÃO está disponível. Ou para sangramento com risco de morte no pescoço, ombro ou virilha:
Embale (introduza) o tecido com controle de sangramento (agente hemostático), gaze simples ou um pano limpo na ferida e, em seguida, aplique pressão com as duas mãos.

Se você tem um kit de primeiros socorros para trauma. Para hemorragia com risco de morte em um braço ou perna e um torniquete NÃO está disponível.
Ou Para sangramento com risco de morte no pescoço, ombro ou virilha:
Embale (introduza) o tecido com controle de sangramento (agente hemostático), gaze simples ou um pano limpo na ferida e, em seguida, aplique pressão com as duas mãos. Comprimir

1. Exponha o ferimento rasgando a roupa.

2. Limpe o sangue acumulado.

3. Introduza na ferida gaze hemostática (preferida), gaze simples ou pano limpo.

4. Aplique pressão constante com as mãos diretamente na ferida que sangra.

5. Empurre o máximo que puder

6. Mantenha a pressão para parar o sangramento. Continue a pressão até a chegada socorro medico.

FERIDA E PRESSÃO DIRETA
Se você tem um kit de primeiros socorros para trauma: um braço ou perna e no pescoço, ombro ou introduza) o tecido com controle de sangramento (agente hemostático), gaze simples ou um pano limpo na ferida e, em seguida, aplique pressão com as duas mãos.

1-Exponha o ferimento rasgando a roupa.

2- Limpe o sangue acumulado
3- Introduza na ferida gaze hemostática (preferida), gaze simples ou pano limpo

4. Aplique pressão constante com as mãos diretamente na ferida que sangra.

5. Empurre o máximo que puder

6. Mantenha a pressão para parar

o sangramento. Continue a pressão até a chegada socorro medico.

Obs. É importante que faça um treinamento !

Publicação parcial

Fonte: livreto Stop the Bleed

EDITAL Brigadistas 2019 abre vagas para nível fundamental e médio! Até R$ 3.193,60

EDITAL Brigadistas 2019 abre vagas para nível fundamental e médio! Até R$ 3.193,60

EDITAL Brigadistas 2019 abre vagas para nível fundamental e médio! Até R$ 3.193,60

Das 100 vagas, quatro terão remuneração de R$ 3.193,60 para trabalhar em turno de doze horas por 36 horas de descanso,

Brasília Ambiental abre inscrições para contratar brigadistas
Os profissionais selecionados vão ajudar no combate aos grandes incêndios nas 96 unidades de conservação espalhadas pelo Distrito Federal

AGÊNCIA BRASÍLIA *
O Brasília Ambiental abriu hoje (2) as inscrições para contratação temporária de brigadistas. O processo seletivo acontece na sede do Brasília Ambiental. Serão oferecidas 100 vagas, conforme edital publicado no Diário Oficial do DF desta sexta.

A contratação desses profissionais é uma das ações do órgão para evitar e combater os grandes incêndios em suas 96 unidades de conservação espalhadas pelo DF – entre elas, 72 parques. Mas o órgão também atua em parceria com o Corpo de Bombeiros na prevenção e combate a incêndios em outras áreas.

Para serem contratados, os candidatos devem ser alfabetizados e possuir certificado de conclusão de curso Brigadista Florestal promovido por órgãos públicos da área ambiental.

Já para os cargos de chefe de brigadas e de esquadrão é necessário apresentar certificado ou diploma de conclusão do ensino médio , declaração de conclusão de curso Brigadista Florestal, ter habilitação de motorista na categoria B e experiência profissional comprovada na área de combate a incêndios florestais em instituições do Governo Federal (inclui Forças Armadas) ou de governos estaduais ou do DF.

A seleção terá duas fases ambas de caráter classificatório e eliminatório. A primeira será a análise curricular; a segunda, teste de aptidão física e de habilidade no uso de ferramentas agrícolas.

Das 100 vagas, quatro terão remuneração de R$ 3.193,60 para trabalhar em turno de doze horas por 36 horas de descanso, destinadas a chefe de brigada; 16 com salário de R$ 2.495,00, para chefe de esquadrão; além de outras 80 para brigadista de combate a incêndios florestais, cujo salário é de R$ 1.996,00. Os turnos serão definidos pelo Instituto.

Inscrições: SEPN 511, Bloco “C”, Edifício Bittar, térreo, Brasília-DF

Das 9h às 16h, até 9 de agosto

Inscrições : GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL
Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal
Brasília Ambiental – IBRAM

Novas NRs – normas de segurança e saúde no trabalho

Novas NRs – normas de segurança e saúde no trabalho

Nova NR – 1 ( a publicar)

Nova NR – 12 ( a publicar)

Revogação da Norma Regulamentadora 2.

  • Norma Regulamentadora 1 trata das disposições gerais das NRs. Aborda, por exemplo, a capacitação dos trabalhadores; define a quem se aplicam as regras; e define as competências de órgãos como delegacias regionais do Trabalho.

Segundo o governo, está entre as mudanças a definição de que o trabalhador que tiver passado por treinamento em uma empresa poderá aproveitar o treinamento quando for contratado em outra, desde que permaneça no mesmo setor econômico.

  • Já a Norma Regulamentadora 12 dispõe sobre a segurança no uso de máquinas e equipamentos no trabalho. Fixa, por exemplo, requisitos para prevenção de acidentes e doenças do trabalho no uso de máquinas e na manutenção ou montagem delas.

Segundo o governo, a norma passará a estabelecer que a máquina deve ser protegida, mas a forma de proteção deverá ser definida a partir da avaliação de riscos da máquina, “considerando o estado da técnica e o momento construtivo, nas normas técnicas nacionais e internacionais aplicáveis”.

“No Brasil há empresas que usam máquinas da década de 1940, o que torna inviável adequá-las a normas de 2020. Nestes casos, a NR determina que a máquina seja segura, mas de acordo com os recursos que ela dispõe”, informou o governo.

Acidentes de trabalho

De acordo com o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, “ninguém tem” garantias de que as mudanças não resultarão em mais acidentes de trabalho.

“Qual foi a garantia de que a NR 12 – ou qualquer outra – tenha tido os efeitos pretendidos no passado? Mas nenhuma foi precedida por análise de impacto regulatório, nenhuma teve acompanhamento de implementação, nenhuma teve um escrutínio de análise econométrica como essa teve agora”, acrescentou.

PORTARIA Nº 916, DE 30 DE JULHO DE 2019.
Altera a redação da Norma Regulamentadora nº 12 –
Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos.
O SECRETÁRIO ESPECIAL DE PREVIDÊNCIA E TRABALHO DO
MINISTÉRIO DA ECONOMIA, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso V do art.
71 do Decreto nº 9.745, de 08 de abril de 2019, resolve:
Art. 1º A Norma Regulamentadora nº 12 (NR-12) – Segurança no Trabalho em
Máquinas e Equipamentos, passa a vigorar com a redação constante do Anexo desta Portaria.
Art. 2º Os itens 2.6, 2.6.1, 2.6.2, 2.6.3, 2.8, 2.8.1, 2.8.1.1, 2.8.1.2, 3.3.2, 3.3.2.1,
3.3.2.1.1, 4.1.3 e 5.4 do Anexo VIII – Prensas e Similares entrarão em vigor no prazo de 3
(três) anos, contados a partir da publicação da Portaria MTb nº 873, de 06 de julho de 2017,
publicada no DOU de 10 de julho de 2017, página 116.
Art. 3º O item 2.3.2 do Anexo XII – Equipamentos de guindar para elevação de
pessoas e realização de trabalho em altura entrará em vigor no prazo de 10 (dez) anos,
contados a partir da publicação da Portaria SIT nº 293, de 8 de dezembro de 2011, publicada
no DOU de 9 de dezembro de 2011.
Art. 4º De acordo com a Portaria SIT nº 787, de 27 de novembro de 2018, a Norma
Regulamentadora nº 12 (NR-12) e seus anexos serão interpretados conforme o disposto na
tabela abaixo:

Regulamento Tipificação
NR-12           NR Especial
Anexo I            Tipo 1
Anexo II           Tipo 1
Anexo III          Tipo 1
Anexo IV          Tipo 3
Anexo V           Tipo 2
Anexo VI          Tipo 2
Anexo VII         Tipo 2
Anexo VIII        Tipo 2
Anexo IX          Tipo 2
Anexo X           Tipo 2
Anexo XI          Tipo 2
Anexo XII         Tipo 2

ANEXO
NORMA REGULAMENTADORA N.º 12 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

Sumário
12.1 Princípios gerais
12.2 Arranjo físico e instalações.
12.3 Instalações e dispositivos elétricos.
12.4 Dispositivos de partida, acionamento e parada.
12.5 Sistemas de segurança
12.6 Dispositivos de parada de emergência.
12.7 Componentes pressurizados.
12.8 Transportadores de materiais.
12.9 Aspectos ergonômicos
12.10 Riscos adicionais.
12.11 Manutenção, inspeção, preparação, ajuste, reparo e limpeza
12.12 Sinalização.
12.13 Manuais
12.14 Procedimentos de trabalho e segurança.
12.15 Projeto, fabricação, importação, venda, locação, leilão, cessão a qualquer título e exposição.
12.16 Capacitação.
12.17 Outros requisitos específicos de segurança.
12.18 Disposições finais.
Anexo I – Requisitos para o uso de detectores de presença optoeletrônicos.
Anexo II – Conteúdo programático da capacitação.
Anexo III – Meios de acesso a máquinas e equipamentos.
Anexo IV – Glossário.
Anexo V – Motosserras.
Anexo VI – Máquinas para panificação e confeitaria.
Anexo VII – Máquinas para açougue, mercearia, bares e restaurantes.
Anexo VIII – Prensas e similares.
Anexo IX – Injetora de materiais plásticos.
Anexo X – Máquinas para fabricação de calçados e afins.
Anexo XI – Máquinas e implementos para uso agrícola e florestal.
Anexo XII – Equipamentos de guindar para elevação de pessoas e realização de trabalho em altura.
12.1 Princípios Gerais.
12.1.1 Esta Norma Regulamentadora – NR e seus anexos definem referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para resguardar a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos, e ainda à sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades econômicas, sem prejuízo da observância do disposto nas demais NRs aprovadas pela Portaria MTb n.º 3.214, de 8 de junho de 1978, nas normas técnicas oficiais ou nas normas internacionais aplicáveis e, na ausência ou omissão destas, opcionalmente, nas normas Europeias tipo “C” harmonizadas.
12.1.1.1 Entende-se como fase de utilização o transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção, inspeção, desativação e desmonte da máquina ou equipamento.
12.1.2 As disposições desta NR referem-se a máquinas e equipamentos novos e usados, exceto nos itens em que houver menção específica quanto à sua aplicabilidade.
12.1.3 As máquinas e equipamentos comprovadamente destinados à exportação estão isentos do atendimento dos requisitos técnicos de segurança previstos nesta NR.
12.1.4 Esta NR não se aplica:
a) às máquinas e equipamentos movidos ou impulsionados por força humana ou animal;
b) às máquinas e equipamentos expostos em museus, feiras e eventos, para fins históricos ou que sejam considerados como antiguidades e não sejam mais empregados com fins produtivos, desde que sejam adotadas medidas que garantam a preservação da integridade física dos visitantes e expositores;
c) às máquinas e equipamentos classificados como eletrodomésticos;
d) aos equipamentos estáticos;
e) às ferramentas portáteis e ferramentas transportáveis (semiestacionárias), operadas eletricamente, que atendam aos princípios construtivos estabelecidos em norma técnica tipo “C” (parte geral e específica) nacional ou, na ausência desta, em norma técnica
internacional aplicável.
f) às máquinas certificadas pelo INMETRO, desde que atendidos todos os requisitos técnicos de construção relacionados à segurança da máquina.
12.1.4.1. Aplicam-se as disposições da NR-12 às máquinas existentes nos equipamentos estáticos.
12.1.5 É permitida a movimentação segura de máquinas e equipamentos fora das instalações físicas da empresa para reparos, adequações, modernização tecnológica, desativação, desmonte e descarte.

12.1.6 É permitida a segregação, o bloqueio e a sinalização que impeçam a utilização de máquinas e equipamentos, enquanto estiverem aguardando reparos, adequações de segurança, atualização tecnológica, desativação, desmonte e descarte.
12.1.7 O empregador deve adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos, capazes de resguardar a saúde e a integridade física dos trabalhadores.
12.1.8 São consideradas medidas de proteção, a ser adotadas nessa ordem de prioridade:
a) medidas de proteção coletiva;
b) medidas administrativas ou de organização do trabalho; e
c) medidas de proteção individual.
12.1.9 Na aplicação desta NR e de seus anexos, devem-se considerar as características das máquinas e equipamentos, do processo, a apreciação de riscos e o estado da técnica.
12.1.9.1 A adoção de sistemas de segurança nas zonas de perigo deve considerar as características técnicas da máquina e do processo de trabalho e as medidas e alternativas técnicas existentes, de modo a atingir o nível necessário de segurança previsto nesta NR.
12.1.9.1.1 Entende-se por alternativas técnicas existentes as previstas nesta NR e em seus
Anexos, bem como nas normas técnicas oficiais ou nas normas internacionais aplicáveis e, na ausência ou omissão destas, nas normas Europeias tipo “C” harmonizadas.
12.1.9.2 Não é obrigatória a observação de novas exigências advindas de normas técnicas publicadas posteriormente à data de fabricação, importação ou adequação das máquinas e equipamentos, desde que atendam a Norma Regulamentadora n.º 12, publicada pela Portaria SIT n.º 197, de 17 de dezembro de 2010, D.O.U. de 24/12/2010, seus anexos e suas alterações posteriores, bem como às normas técnicas vigentes à época de sua fabricação, importação ou adequação.

12.1.9 Cabe aos trabalhadores:
a) cumprir todas as orientações relativas aos procedimentos seguros de operação, alimentação, abastecimento, limpeza, manutenção, inspeção, transporte, desativação, desmonte e descarte das máquinas e equipamentos;
b) não realizar qualquer tipo de alteração nas proteções mecânicas ou dispositivos de segurança de máquinas e equipamentos, de maneira que possa colocar em risco a sua saúde e integridade física ou de terceiros;
c) comunicar seu superior imediato se uma proteção ou dispositivo de segurança foi removido, danificado ou se perdeu sua função;
d) participar dos treinamentos fornecidos pelo empregador para atender às exigências/requisitos descritos nesta NR;
e) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta NR.

12.1.11 As máquinas nacionais ou importadas fabricadas de acordo com a NBR ISO 13849,
Partes 1 e 2, são consideradas em conformidade com os requisitos de segurança previstos nesta NR, com relação às partes de sistemas de comando relacionadas à segurança.
12.1.12 Os sistemas robóticos que obedeçam às prescrições das normas ABNT ISO 10218-1, ABNT ISO 10218-2, da ISO/TS 15066 e demais normas técnicas oficiais ou, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis, estão em conformidade com os requisitos de segurança previstos nessa NR.
12.2 Arranjo físico e instalações.
12.2.1 Nos locais de instalação de máquinas e equipamentos, as áreas de circulação devem ser devidamente demarcadas em conformidade com as normas técnicas oficiais.
12.2.1.1 É permitida a demarcação das áreas de circulação utilizando-se marcos, balizas ou outros meios físicos.
12.2.1.2 As áreas de circulação devem ser mantidas desobstruídas.
12.2.2 A distância mínima entre máquinas, em conformidade com suas características e aplicações, deve resguardar a segurança dos trabalhadores durante sua operação, manutenção, ajuste, limpeza e inspeção, e permitir a movimentação dos segmentos corporais, em face da natureza da tarefa.
12.2.3 As áreas de circulação e armazenamento de materiais e os espaços em torno de máquinas devem ser projetados, dimensionados e mantidos de forma que os trabalhadores e os transportadores de materiais, mecanizados e manuais, movimentem-se com segurança.
12.2.4 O piso do local de trabalho onde se instalam máquinas e equipamentos e das áreas de circulação devem ser resistentes às cargas a que estão sujeitos e não devem oferecer riscos de acidentes
12.2.5 As ferramentas utilizadas no processo produtivo devem ser organizadas e armazenadas  ou dispostas em locais específicos para essa finalidade.
12.2.6 As máquinas estacionárias devem possuir medidas preventivas quanto à sua estabilidade, de modo que não basculem e não se desloquem intempestivamente por vibrações, choques, forças externas previsíveis, forças dinâmicas internas ou qualquer outro
motivo acidental.
12.2.6.1 As máquinas estacionárias instaladas a partir da Portaria SIT n.º 197, de 17 de dezembro de 2010, D.O.U. de 24/12/2010, devem respeitar os requisitos necessários fornecidos pelos fabricantes ou, na falta desses, o projeto elaborado por profissional legalmente habilitado quanto à fundação, fixação, amortecimento, nivelamento.
12.2.7 Nas máquinas móveis que possuem rodízios, pelo menos dois deles devem possuir travas.
12.2.8 As máquinas, as áreas de circulação, os postos de trabalho e quaisquer outros locais em que possa haver trabalhadores devem ficar posicionados de modo que não ocorra transporte e movimentação aérea de materiais sobre os trabalhadores.
12.2.8.1 É permitido o transporte de cargas em teleférico nas áreas internas e externas à edificação fabril, desde que não haja postos de trabalho sob o seu percurso, exceto os indispensáveis para sua inspeção e manutenção, que devem ser programadas e realizadas de
acordo com esta NR e a Norma Regulamentadora nº 35 – Trabalho em Altura.
12.2.9 Nos casos em que houver regulamentação específica ou NR setorial estabelecendo requisitos para sinalização, arranjos físicos, circulação, armazenamento prevalecerá a regulamentação específica ou a NR setorial.
12.3 Instalações e dispositivos elétricos.
12.3.1 Os circuitos elétricos de comando e potência das máquinas e equipamentos devem ser projetadas e mantidas de modo a prevenir, por meios seguros, os perigos de choque elétrico, incêndio, explosão e outros tipos de acidentes, conforme previsto nas normas técnicas oficiais e, na falta dessas, nas normas internacionais aplicáveis.
12.3.2 Devem ser aterrados, conforme as normas técnicas oficiais vigentes, as carcaças, invólucros, blindagens ou partes condutoras das máquinas e equipamentos que não façam parte dos circuitos elétricos, mas que possam ficar sob tensão.
12.3.3 Os circuitos elétricos de comando e potência das máquinas e equipamentos que estejam ou possam estar em contato direto ou indireto com água ou agentes corrosivos devem ser projetadas com meios e dispositivos que garantam sua blindagem, estanqueidade, isolamento e aterramento, de modo a prevenir a ocorrência de acidentes.
12.3.4 Os condutores de alimentação elétrica das máquinas e equipamentos devem atender aos seguintes requisitos mínimos de segurança:
a) oferecer resistência mecânica compatível com a sua utilização;
b) possuir proteção contra a possibilidade de rompimento mecânico, de contatos abrasivos e de contato com lubrificantes, combustíveis e calor;
c) localização de forma que nenhum segmento fique em contato com as partes móveis ou
cantos vivos;
d) não dificultar o trânsito de pessoas e materiais ou a operação das máquinas;
e) não oferecer quaisquer outros tipos de riscos na sua localização; e
f) ser constituídos de materiais que não propaguem o fogo.
12.3.5 Os quadros ou painéis de comando e potência das máquinas e equipamentos devem
atender aos seguintes requisitos mínimos de segurança:
a) possuir porta de acesso mantida permanentemente fechada, exceto nas situações de manutenção, pesquisa de defeitos e outras intervenções, devendo ser observadas as condições previstas nas normas técnicas oficiais ou nas normas internacionais aplicáveis;
b) possuir sinalização quanto ao perigo de choque elétrico e restrição de acesso por pessoas não autorizadas;
c) ser mantidos em bom estado de conservação, limpos e livres de objetos e ferramentas;
d) possuir proteção e identificação dos circuitos; e
e) observar ao grau de proteção adequado em função do ambiente de uso.
12.3.6 As ligações e derivações dos condutores elétricos das máquinas e equipamentos devem ser feitas mediante dispositivos apropriados e conforme as normas técnicas oficiais vigentes, de modo a assegurar resistência mecânica e contato elétrico adequado, com características equivalentes aos condutores elétricos utilizados e proteção contra riscos.
12.3.7 As instalações elétricas das máquinas e equipamentos que utilizem energia elétrica fornecida por fonte externa devem possuir dispositivo protetor contra sobrecorrente, dimensionado conforme a demanda de consumo do circuito.
12.3.7.1 As máquinas e equipamentos devem possuir dispositivo protetor contra sobretensão quando a elevação da tensão puder ocasionar risco de acidentes.
12.3.7.2 Nas máquinas e equipamentos em que a falta ou a inversão de fases da alimentação elétrica puder ocasionar riscos, deve haver dispositivo que impeça a ocorrência de acidentes.
12.3.8 São proibidas nas máquinas e equipamentos:
a) a utilização de chave geral como dispositivo de partida e parada;
b) a utilização de chaves tipo faca nos circuitos elétricos; e
c) a existência de partes energizadas expostas de circuitos que utilizam energia elétrica.
12.3.9 As baterias devem atender aos seguintes requisitos mínimos de segurança:
a) localização de modo que sua manutenção e troca possam ser realizadas facilmente a partir do solo ou de uma plataforma de apoio;
b) constituição e fixação de forma a não haver deslocamento acidental; e
c) proteção do terminal positivo, a fim de prevenir contato acidental e curto-circuito.
12.3.10 Os serviços e substituições de baterias devem ser realizados conforme indicação constante do manual de operação.
12.4 Dispositivos de partida, acionamento e parada.
12.4.1 Os dispositivos de partida, acionamento e parada das máquinas devem ser projetados, selecionados e instalados de modo que:
a) não se localizem em suas zonas perigosas;
b) possam ser acionados ou desligados em caso de emergência por outra pessoa que não seja o operador;
c) impeçam acionamento ou desligamento involuntário pelo operador ou por qualquer outra forma acidental;
d) não acarretem riscos adicionais; e
e) dificulte-se a burla.
12.4.2 Os comandos de partida ou acionamento das máquinas devem possuir dispositivos que impeçam seu funcionamento automático ao serem energizadas.
12.4.3 Quando forem utilizados dispositivos de acionamento bimanual, visando a manter as mãos do operador fora da zona de perigo, esses devem atender aos seguintes requisitos mínimos do comando:
a) possuir atuação síncrona, ou seja, um sinal de saída deve ser gerado somente quando os dois dispositivos de atuação do comando – botões – forem atuados com um retardo de tempo menor ou igual a 0,5 s (meio segundo);
b) estar sob monitoramento automático por interface de segurança, se indicado pela apreciação de risco;
c) ter relação entre os sinais de entrada e saída, de modo que os sinais de entrada aplicados a cada um dos dois dispositivos de atuação devem juntos se iniciar e manter o sinal de saída somente durante a aplicação dos dois sinais;
d) o sinal de saída deve terminar quando houver desacionamento de qualquer dos dispositivos de atuação;
e) possuir dispositivos de atuação que exijam intenção do operador em acioná-los a fim de
minimizar a probabilidade de acionamento acidental;
f) possuir distanciamento, barreiras ou outra solução prevista nas normas técnicas oficiais ou nas normas internacionais aplicáveis entre os dispositivos de atuação para dificultar a burla do efeito de proteção; e
g) tornar possível o reinício do sinal de saída somente após a desativação dos dois dispositivos de atuação.
12.4.4 Nas máquinas e equipamentos operados por dois ou mais dispositivos de acionamento bimanual, a atuação síncrona é requerida somente para cada um dos dispositivos de acionamento bimanual e não entre dispositivos diferentes, que devem manter simultaneidade
entre si.
12.4.5 Os dispositivos de acionamento bimanual devem ser posicionados a uma distância segura da zona de perigo, levando em consideração:
a) a forma, a disposição e o tempo de resposta do dispositivo de acionamento bimanual;
b) o tempo máximo necessário para a paralisação da máquina ou para a remoção do perigo, após o término do sinal de saída do dispositivo de acionamento bimanual; e
c) a utilização projetada para a máquina.
12.4.6 Os dispositivos de acionamento bimanual móveis instalados em pedestais devem:
a) manter-se estáveis em sua posição de trabalho; e
b) possuir altura compatível com o alcance do operador em sua posição de trabalho.
12.4.7 Nas máquinas e equipamentos cuja operação requeira a participação de mais de uma pessoa, o número de dispositivos de acionamento bimanual simultâneos deve corresponder ao número de operadores expostos aos perigos decorrentes de seu acionamento, de modo que o nível de proteção seja o mesmo para cada trabalhador.
12.4.7.1 Deve haver seletor do número de dispositivos de acionamento em utilização, com bloqueio que impeça a sua seleção por pessoas não autorizadas.
12.4.7.2 O circuito de acionamento deve ser projetado de modo a impedir o funcionamento dos dispositivos de acionamento bimanual habilitados pelo seletor enquanto os demais dispositivos de acionamento bimanuais não habilitados não forem desconectados.
12.4.7.3 Quando utilizados dois ou mais dispositivos de acionamento bimanual simultâneos, devem possuir sinal luminoso que indique seu funcionamento.
12.4.8 As máquinas ou equipamentos concebidos e fabricados para permitir a utilização de vários modos de comando ou de funcionamento que apresentem níveis de segurança diferentes devem possuir um seletor que atenda aos seguintes requisitos:
a) possibilidade de bloqueio em cada posição, impedindo a sua mudança por pessoas não autorizadas;
b) correspondência de cada posição a um único modo de comando ou de funcionamento;
c) modo de comando selecionado com prioridade sobre todos os outros sistemas de comando, com exceção da parada de emergência; e
d) a seleção deve ser visível, clara e facilmente identificável.
12.4.9 As máquinas e equipamentos, cujo acionamento por pessoas não autorizadas possam
oferecer risco à saúde ou integridade física de qualquer pessoa, devem possuir sistema que possibilite o bloqueio de seus dispositivos de acionamento.
12.4.10 O acionamento e o desligamento simultâneo por um único comando de um conjunto de máquinas e equipamentos ou de máquinas e equipamentos de grande dimensão devem ser precedidos da emissão de sinal sonoro ou visual.
12.4.11 Devem ser adotadas, quando necessárias, medidas adicionais de alerta, como sinal visual e dispositivos de telecomunicação, considerando as características do processo produtivo e dos trabalhadores.
12.4.12 As máquinas e equipamentos comandados por radiofrequência devem possuir proteção contra interferências eletromagnéticas acidentais.
12.4.13 Os componentes de partida, parada, acionamento e controles que compõem a interface de operação das máquinas e equipamentos fabricados a partir de 24 de Março de
2012 devem:

a) possibilitar a instalação e funcionamento do sistema de parada de emergência, quando aplicável, conforme itens e subitens do capítulo sobre dispositivos de parada de emergência, desta NR; e
b) operar em extrabaixa tensão de até 25VCA (vinte e cinco volts em corrente alternada) ou de até 60VCC (sessenta volts em corrente contínua).
12.4.13.1 Os componentes de partida, parada, acionamento e controles que compõem a interface de operação das máquinas e equipamentos fabricados até 24 de março de 2012 devem:
a) possibilitar a instalação e funcionamento do sistema de parada de emergência, quando aplicável, conforme itens e subitens do capítulo dispositivos de parada de emergência, desta NR; e
b) quando a apreciação de risco indicar a necessidade de proteções contra choques elétricos, operar em extrabaixa tensão de até 25VCA (vinte e cinco volts em corrente alternada) ou de até 60VCC (sessenta volts em corrente contínua).
12.4.13.1.1 Poderá ser adotada outra medida de proteção contra choques elétricos, conforme normas técnicas oficiais vigentes em alternativa as alíneas “b” dos respectivos subitens
12.4.13 e 12.4.13.1 desta NR.
12.4.14 Se indicada pela apreciação de riscos a necessidade de redundância dos dispositivos responsáveis pela prevenção de partida inesperada ou pela função de parada relacionada à segurança, conforme a categoria de segurança requerida, o circuito elétrico da chave de partida de motores de máquinas e equipamentos deve:
a) possuir estrutura redundante;
b) permitir que as falhas que comprometem a função de segurança sejam monitoradas; e
c) ser adequadamente dimensionado de acordo com o estabelecido pelas normas técnicas oficiais ou pelas normas internacionais aplicáveis.
12.4.14.1 É permitida a parada controlada do motor, desde que não haja riscos decorrentes de sua parada não instantânea.
12.5 Sistemas de segurança.
12.5.1 As zonas de perigo das máquinas e equipamentos devem possuir sistemas de segurança, caracterizados por proteções fixas, proteções móveis e dispositivos de segurança interligados, que resguardem proteção à saúde e à integridade física dos trabalhadores.
12.5.1.1 Quando utilizadas proteções que restringem o acesso do corpo ou parte dele, devem ser observadas as distâncias mínimas conforme normas técnicas oficiais ou normas internacionais aplicáveis.
12.5.2 Os sistemas de segurança devem ser selecionados e instalados de modo a atender aos seguintes requisitos:
a) ter categoria de segurança conforme apreciação de riscos prevista nas normas técnicas oficiais;
b) estar sob a responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado;
c) possuir conformidade técnica com o sistema de comando a que são integrados;
d) instalação de modo que dificulte a sua burla;
e) manterem-se sob vigilância automática, ou seja, monitoramento, se indicado pela apreciação de risco, de acordo com a categoria de segurança requerida, exceto para dispositivos de segurança exclusivamente mecânicos; e
f) paralisação dos movimentos perigosos e demais riscos quando ocorrerem falhas ou situações anormais de trabalho.

Iremos pulicar aqui toas as normas revisadas, desta forma iremos contribuir com a prevenção da saúde e da segurança dos trabalhadores e assessorar empresas e industrias. Acompanhem !

NR 10, NR – 20, NR-33, NR-35

NR 10, NR – 20, NR-33, NR-35

FORMAÇÃO DE BOMBEIRO CIVIL

REQUALIFICAÇÃO DE BOMBEIRO CIVIL

CURSO DE NR 20 (SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS)

CURSO DE NR 10 (SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS COM ELETRICIDADE)

CURSO DE NR 35 (TRABALHO EM ALTURA)

CURSO DE NR 33 (SUPERVISOR DE ESPAÇO CONFINADO)

PREVENÇÃO E CONTROLE DE INCÊNDIOS FLORESTAIS

SEGURANÇA DE VOO EM OPERAÇÕES COM HELICÓPTEROS (Voo real)

TÉCNICAS DE CONTROLE DE INCÊNDIOS INDUSTRIAIS

TÉCNICAS DE COMBATE A INCÊNDIOS ESTRUTURAIS

www.cfab.com.br
CFAB Centro de Treinamento
Inscrições :  11979598390 – 2072-9968

Limite de vagas: 20