Protocolo de Restrição de Movimento da Coluna Vertebral (RMC) 2019

Protocolo de Restrição de Movimento da Coluna Vertebral (RMC) 2019

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Traumas de coluna cervical representam aproximadamente 3,5% dos casos de trauma que se apresentam no Departamento de Emergência ao redor do mundo, sendo que apenas 2% das lesões de coluna cervical serão clinicamente importantes, como fraturas e listeses e irão necessitar de uma avaliação com especialista.

Dr. Lucas Certain (R2-ME-HCFMUSP).

 

Brigada de Incêndio 2019: Tudo o que você precisa saber!

Brigada de Incêndio 2019: Tudo o que você precisa saber!

O que é Brigada de Incêndio ou Brigada de Emergência?

A Brigada de Incêndio é um grupo de pessoas preferencialmente voluntárias, organizadas, treinadas, e capacitadas dentro de uma instituição, empresa ou estabelecimento, para atuar no combate a incêndio e em situações de emergência, capaz garantir a prevenção e o combate ao incêndio, prestar primeiros socorros e conduzir o abandono de ambientes.

 

Os brigadistas – atuam com dois objetivos:

  1. Eliminar Risco de Incêndio e Combater o Fogo;
  2. Executar o plano de fuga e providenciar o abandono da edificação.


O primeiro objetivo tem como finalidade extinguir as chamas e combater o foco do incêndio. O segundo objetivo, trata-se de preservar a integridade das demais pessoas, guiá-las para fora do estabelecimento até um ambiente seguro, previamente combinado, denominado ponto de encontro. 

Quem pode participar do treinamento de Brigada de Incêndio?

Os funcionários que participam desse grupo o fazem de maneira voluntária e precisam cumprir alguns requisitos.

Há, por exemplo:

  • Permanecer na edificação;
  • Preferencialmente possuir experiência anterior como brigadista;
  • Possuir boa condição física e boa saúde;
  • Possuir bom conhecimento das instalações;
  • Ter responsabilidade legal; ser alfabetizado.

Caso nenhum candidato atenda aos critérios básicos relacionados, devem ser selecionados aqueles que atendam ao maior número de requisitos.

 

Atribuições – Ações de Prevenção

  • Conhecer o plano de emergência contra incêndio da planta;
  • Avaliar os riscos existentes;
  • Inspecionar os equipamentos de combate a incêndio;
  • Primeiros socorros e outros existentes na planta;
  • Inspecionar as rotas de fuga;
  • Elaborar relatório das irregularidades encontradas;
  • Encaminhar o relatório aos setores competentes;
  • Orientar a população fixa e flutuante;
  • Participar dos exercícios simulados.

 

 

Organização da Brigada de Incêndio

Brigada de Incêndio - Brigadistas

Brigada de Incêndio – Brigadistas

a) Brigadistas: membros da brigada que executam as atribuições de avaliação dos riscos existentes, inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio; inspeção geral das rotas de fuga; elaboração de relatório das irregularidades encontradas; encaminhamento do relatório aos setores competentes; orientação à população fixa e flutuante; exercícios simulados, entre outros.

b) Líder: responsável pela coordenação e execução das ações de emergência em sua área de atuação (pavimento/compartimento). É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo.

c) Chefe da brigada: responsável por uma edificação com mais de um pavimento/compartimento. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo.

d) Coordenador-geral: responsável geral por todas as edificações que compõem uma planta. É escolhido dentre os brigadistas que tenham sido aprovados no processo seletivo.

 

A Brigada de Incêndio substitui a atuação do Corpo de Bombeiros?

Saída de Emergência

Saída de Emergência

É comum que haja a dúvida sobre qual é o papel de atuação da Brigada de Incêndio. Porém, é importante ressaltar que a existência de uma Brigada não elimina a necessidade de contar com o apoio do Corpo de Bombeiros, exceto as empresas e industrias que mantenha sua própria equipe de Bombeiro. 

Basicamente, se houver um incêndio, uma das obrigações consiste em realizar o acionamento da equipe competente. Se ninguém tiver acionado o Corpo de Bombeiros, o brigadista deve fazê-lo, respeitando a hierarquia de acionamento conforme o plano de emergência. 

Com isso, a Brigada funciona como uma contenção inicial ou definitiva para prevenir possíveis danos. Ela realiza a evacuação principal das pessoas, além de orientar sobre como proceder na situação. Se for o caso, o brigadista utiliza os equipamentos para conter as chamas.

Logo em seguida, o Corpo de Bombeiros atua para eliminar o problema. Portanto, a abordagem dessa equipe não é substitutiva, mas complementar.

 

 

Treinamento da Brigada de Incêndio

O trinamentos devem obedecer a Norma Brasileira de Regulamentação NBR – 14276 ou a legislação de cada estado.

Exemplo de legislação em São Paulo,  Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros ITCB nº 17/2019 e ambas devem ser realizadas em Campo de Treinamento de Brigada de Incêndio com licença do órgão ambiental de cada região.

Os candidatos a brigadista devem frequentar curso com carga horária mínima de 12 horas, sendo a parte prática de, no mínimo, 4 horas. Exceções explicitadas na Instrução Técnica Nº 17, do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.

O profissional habilitado na formação de brigada de incêndio é toda pessoa com formação em Higiene, Segurança e Medicina do Trabalho, devidamente registrado nos Conselhos Regionais competentes ou no Ministério do Trabalho e os militares das Forças Armadas, das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares, com 2º grau completo e que possua especialização em Prevenção e Combate a Incêndio (carga horária mínima de 60 horas) e técnicas de emergências médicas (carga horária mínima de 40 horas), além de curso de técnica de ensino de no mínimo 40 horas.

Para as edificações enquadradas no risco alto, o profissional habilitado é toda pessoa com curso de engenharia de segurança ou pessoa com curso de nível superior e mais curso de no mínimo 100 horas de primeiros socorros e 400 horas de prevenção e combate a incêndios.

Para que as informações acerca do tema sejam melhor assimiladas e detalhadas, recomendamos que seja usado como base a Instrução Técnica no. 17 do Corpo de bombeiros, disponível para Download logo abaixo:

Instrução Técnica No. 17 Do Corpo De Bombeiros Do Estado De São Paulo

 

Esta Instrução Técnica (IT) aplica-se a todas as edificações ou áreas de risco, conforme o

DECRETO Nº 63.911, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2018– Regulamento de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco do Estado de São Paulo. 

 Os instrutores de Brigada de Incêndio devem possuir proficiência conforme descrito na NBR 14276.
Em caso de duvidas contate um dos nossos consultores técnicos para sandar todas as suas duvidas (11) 9.79598390 WhatsApp o cfab@cfab.com.br
www.cfab.com.br
JOÃO GODOI  e a Emergência.

JOÃO GODOI e a Emergência.

O CEO do CFAB-SP:

João José de Godoi é Bombeiro Civil, Técnico em Segurança do Trabalho, Enfermeiro, Pós Graduado em Urgência e Emergência pela Universidade Nove de Julho, possui capacitação em suporte básico de vida para profissionais de saúde da American Heart Association (AHA) em 2016.

Enfermeiro de Bordo em Transporte Aeromédico – Aeroporto de Congonhas, Foi Enfermeiro da unidade de Suporte Avançado do Resgate Rodoviário, Base 68 Rodovia SP – 021.

Voluntário na ONG Força Tarefa Brasileira em diversas missões humanitárias, incluindo Resgate Aéreo em locais de difícil acesso. Instrutor em Transporte e Resgate Aeromédico – Santa Casa de São Paulo.

Membro voluntário ativo no programa FOGO ZERO pela Prefeitura de São Paulo.

Foi Enfermeiro da unidade de Suporte Avançado no Autódromo de Interlagos e instrutor convidado do GRPAe – Grupamento de Rádio Patrulhamento Aéreo (Águia) CTO em 2012.

Foi professor do SENAC no curso Técnico em Segurança do Trabalho nas matérias de Prevenção e Controle de Sinistro gestão e Emergência, planejamento e resposta em Planos de Emergência e Eventos com alto potencial de danos.

Professor convidado no COREN Educação SP no tema Segurança no APH, Atendimento a Múltiplas Vítimas em Emergências envolvendo Produtos Perigosos e Transporte Aeromédico.

Professor convidado do curso de pós graduação Latu Sensu da UniAraras nos cursos de Resgate e Transporte Aeromédico e Fisiologia de Voo, também ministra o curso de Transporte Aeromédico para pilotos de empresa de táxi-aéreo e profissionais da área da saúde.

Tem experiência na área de docência de Enfermagem, com ênfase em Enfermagem de Saúde do Adulto, Urgência e Emergência; Medicina e Enfermagem em Transporte Aeroespacial.

Professor convidado da Universidade Estácio de Sá no curso de Pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho nas disciplinas Explosão e Prevenção e Controle de Incêndios em Plantas de Alto Risco.

Membro voluntário da ABNT/CB-024 – Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio na comissão das normas NBR 14.276 (Brigada de Incêndio), NBR 14.608 (Bombeiro Civil) e NBR 15.219 (Planos e Equipes de Emergência).

Membro voluntário na criação do Protocolo do SAMU 192 para suspeita de envolvimento de produtos perigosos, Departamento de Atenção Hospitalar Urgências Ministério da Saúde.

Capacitação pela Universidade do Texas – Texas A&M University System Estados Unidos em 2015. Resposta em Emergências com produtos perigosos inflamáveis, líquido e gás, fogo tridimensional 2D e 3D.
Métodos de propagação do fogo (convecção, condução, irradiação e projeção), dinâmicas e definições sobre, Boilover, Flashover, Backdraft, BLEVE; sistemas fixos e portáteis de prevenção e combate a incêndio e métodos de utilização; técnicas e táticas de combate a incêndio Estrutural (Ataque direto, indireto e combinado – Técnica 3DWF – Tree Dimensional Water Fog e Rapid Fire Progress); Técnicas de ventilação natural e forçada nas operações de combate a incêndio Estrutural; Técnicas de combate em Plantas Petroquímicas e de Gás (esferas de GLP) e tanques.

Utilização e forma de atuação do LGE Proteínico, Fluorproteínico, AFFF e Formador de Filme Aquoso Resistente a Álcool, taxas de expansão e dosagens utilizadas para Álcool e Hidrocarbonetos (Sintex AFFF), Sistema fixo de espuma (tanque de LGE, proporcionador e solução), principais técnicas de combate (Attack Deflection, Rolling the Foam, Blanket of Foam e Flood attack).

Coordenador do grupo voluntário GUARDIOES FLORESTAL atuando do controle de incêndio em vegetação área de proteção ambiental inserida na Zona Leste de São Paulo.

Atuação nas operações de combate a incêndios pela Quinta Companhia de Bombeiros de Concepcion, no maior incêndio da história do Chile (fevereiro de 2017).

ENB – Escola Nacional de Bombeiros de Portugal,

Capacitação no primeiro treinamento internacional de alta performance em resposta a emergências na Europa.

Conteúdo:
Busca e Salvamento – Nível Avançado.
Utilização de proteção respiratório e equipamentos auxiliares;
Procedimentos de segurança relacionados com equipamentos respiratórios;
Efeitos no corpo humano relacionados com a utilização e equipamentos de proteção respiratória;
Procedimentos de Segurança – RIT (Radid Intervention Team);
Procedimentos de Busca e Salvamento – RIT (Radid Intervention Team);
Remoção de Vítimas – RIT (Radid Intervention Team):
Atividades Práticas em Simuladores.

Flashover – Nível Avançado
Comportamento dos incêndios em ambientes urbanos / estruturais;
Controle dos fenômenos de progressão rápida dos incêndios;
Procedimentos de acesso e progressão;
Atividades práticas em simuladores.

Gestão de Operações de Emergência
Sistemas de gestão de operações de emergências;
Exercícios de gestão de operações utilizando realidade virtual;
Atividades práticas no Centro de Treinamento em Realidade Virtual.

Hazmat Medical: capacitação pela Universidade do Texas – Texas A&M University System Estados Unidos em 2017

Medical Services Personnel Who Respond to Incidents with Hazardous Materials
Response Proteção Pessoal
Cuidados RAPID
Equipamento de Proteção Individual
Descontaminação de pessoal de resposta
Reabilitação remoção PPE
Avaliação
Produtos químicos
Agentes radiológicos
Agentes biológicos
Pacientes pediátricos
Explosivos
ICS e Preparação de hospital
Fontes de informação
ERG, NIOSH, CAMEO / ALOHA
Triagem
Preparação de hospital
Gestão de cadáveres
Ambulatório de descontaminação e não-ambulatorial

Por: Paulo Ricardo Naccarato Silva
Gerenciador da fanpage.