O que é Incêndio florestal?

O que é Incêndio florestal?

O que é Incêndio florestal?

R: É o fogo que incide sobre qualquer forma de vegetação, importante ressaltar que alguns biomas como: cerrado, mata atlântica e floresta amazônica podem levar 5, 10 à 100 anos para regeneração ou podem nunca se regenerar.

Todos os anos ao redor do mundo diversos países são afetados pelos incêndios florestais

Os maiores incêndios florestais da historia:

Em  1871, o incêndio de Peshtigo em Wisconsin  deixou aproximadamente 1.500 mortos. Atenas, Grécia deixou 81 mortos no século XXI e tantos outros que vemos mundo a fora como em Portugal, Espanha, Itália e Chile, Austrália, também no Brasil.

Infelizmente a tendência é que os incêndios florestais cresçam com o aquecimento global, porém não há uma cultura prevencionista como nos outros países. O Brasil  sofre com as queimadas todos os anos no período de estiagem que vai de maio a novembro, em outras partes do país os incêndios ocorrem o ano todo.

A grande preocupação além da devastação da fauna e flora é que os gases emitidos desses incêndios são os principais contribuintes da destruição da camada de ozônio, aproximadamente 75%.  

Os incêndios na Amazônia aumentaram 746% em relação a 2015, nos períodos de junho a novembro e nas regiões. Nas povoadas houveram números significativos de problemas respiratórios e com isso fica um alerta para um plano de Catástrofes envolvendo: IBAMA, bombeiros, defesa civil, hospitais, policias entre outros órgãos de interesse e voluntários

Em 2017 SÃO PAULO TEM NÚMERO RECORDE DE FOCOS DE INCÊNDIO, foram 3.870  focos detectados por satélite.

2018: 2.948 focos detectados, com isso tem se melhorado as ações preventivas no estado e no município, a preparação das equipes em parceria com o CFAB  Centro de Treinamento em Emergências e os programas de proteção ambiental e combate a incêndios florestais, os programas FOGO ZERO (prefeitura de São Paulo ) e a Operação CORTA FOGO (Governo do Estado) tem realizado treinamentos e atendido centenas de chamados de incêndios em vegetação desde 2014 .

 

 

Quais são as causas dos incêndios florestais?

R: mais de 95% dos casos são causados por fator humano como: pontas de cigarros, queimadas práticas para limpeza de pastagem, rebrote, roça e ocupação do solo, muito pouco ocorre por fenômenos naturais, por exemplo,  vidros ou garrafas com águas fazendo o “efeito lupa” ampliando os raios solares, a fermentação e decomposição orgânica formando gases inflamáveis como metano e a tempestade seca quando um raio atinge o solo ou árvore antes da chuva molhar esses combustíveis.  

 

Os fenômenos climáticos favorecem os incêndios florestais ?

R: sim, isso já está acontecendo em diversas partes do mundo, aumento da temperatura, baixa umidade relativa do ar e vento favorecem os incêndios.  

 

O que pode ser feito para minimizar os efeitos nos incêndios ?

R: Não há melhor ação do que a prevenção ! Porém quando algo falhou os incêndios surgem, para isso é importante que se tenha um plano de emergência para respostas que incluem órgãos públicos, privados e ações de voluntários.

 

Como são realizados os combates aos incêndios florestais?

R: Em incêndios florestais diferente dos urbanos e dos industriais, toda a estratégia muda como o comportamento do fogo, forma de propagação, forma de combate, posto de comando, resistência física e os EPI’s (equipamentos de proteção individual) leves e os equipamentos (ferramentas agrícolas) são extremamente funcionais.

Os combatentes devem estar atentos a três fatores primordiais para o surgimento do fogo que são: Vento – acima de 30 km/h

Temperatura – acima de 30°C

Umidade relativa do ar – abaixo de 30%

Esses são considerado os 30 30 30  condições ideais para que se tenha um incêndio florestal

 

Quais os equipamentos para combater os incêndios florestais?

R: minimamente os materiais e equipamentos são:

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS PARA COMBATE A INCÊNDIO FLORESTAL

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 

CAPACETE DE PROTEÇÃO

BOTA DE CANO LONGO EM COURO OU PERNEIRA

UNIFORME:  CALÇA E CAMISA DE MANGAS LONGA;

CANTIL;

ÓCULOS DE PROTEÇÃO;

LANTERNA;

FACÃO COM BAINHA;

CABO DA VIDA.

MÁSCARA DE PROTEÇÃO

LUVAS DE COURO OU DE RASPA

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA:

BÚSSOLA;

GPS;  

BINÓCULOS;

MATERIAL DE PRIMEIROS SOCORROS;

RÁDIO PORTÁTIL;

COLETE REFLETIVO TIPO “X” (PARA USO NOTURNO);

APITO;

ABRIGO DE PROTEÇÃO (FIRE SHELTER);

TELEFONE CELULAR;

BALACLAVA;

MOCHILA;

MATERIAL DE ALTURA;

RAÇÃO;

REPELENTE;

ÓCULOS AMPLA VISÃO;

TOALHA DE BANHO;

KIT ANOTAÇÕES;

KIT HIGIENE;

KIT SOBREVIVÊNCIA;

SACO DE DORMIR;

TALHERES;

LIMA CHATA;

LANTERNA RECARREGÁVEL;

LANTERNA DE CABEÇA;

ISOLANTE TÉRMICO;

REDE PONCHO;

FACÃO;

FOICE;

MACHADO;

ENXADA;

ENXADÃO;

RASTELO (ANCINHO);

MCLEOD;

PULASKI;

PÁ DE CORTE;

ABAFADOR CHICOTE;

QUEIMADOR (PINGA-FOGO);

EXTINTOR COSTAL;

MOTO BOMBAS;

ROÇADEIRA DE DISCO;

MOTOSSERRA;

SOPRADOR;

BIRUTA (INDICADOR DE VENTO – Anemoscópio);

ANEMÔMETRO DIGITAL;

BARRACA DE CAMPANHA;

QUADRO BRANCO PARA PC (POSTO DE COMANDO);

RESERVATÓRIO DE ÁGUA POTÁVEL;

CAIXA PARA CAPTURA DE ANIMAIS FERIDOS;

LAMPIÃO ELÉTRICO;

GERADOR;

Texto:  João Godoi: Especialista Em Emergências pela Universidade do Texas.

 

 Bombeiro Civil, Técnico em Segurança do Trabalho, Enfermeiro, Pós Graduado em Urgência e Emergência pela Universidade Nove de Julho.

Voluntário na ONG Força Tarefa Brasileira em diversas missões humanitárias, incluindo Resgate Aéreo em locais de difícil acesso.

Instrutor em Transporte e Resgate Aeromédico – Santa Casa de São Paulo.

Membro voluntário ativo no programa FOGO ZERO pela Prefeitura de São Paulo.

Foi professor do SENAC no curso Técnico em Segurança do Trabalho nas matérias de Prevenção e Controle de Sinistro,  gestão em emergência, planejamento e resposta em Planos de Emergência e Eventos com alto potencial de danos.

Professor convidado da Universidade Estácio de Sá no curso de Pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho nas disciplinas Explosão e Prevenção e Controle de Incêndios em Plantas de Alto Risco.

Membro voluntário da ABNT/CB-024 – Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio na comissão das normas NBR 14.276 (Brigada de Incêndio), NBR 14.608 (Bombeiro Civil) e NBR 15.219 (Planos e Equipes de Emergência).

Membro voluntário na criação do Protocolo do SAMU 192 para suspeita de envolvimento de produtos perigosos, Departamento de Atenção Hospitalar Urgências Ministério da Saúde.

Capacitação pela Universidade do Texas – no curso Advanced Firefighters School 2015

Texas A&M University System Estados Unidos em 2015.

Coordenador do grupo voluntário GUARDIÕES FLORESTAIS atuando do controle de incêndio em vegetação área de proteção ambiental inserida nos programas FOGO ZERO e OPERAÇÃO CORTA FOGO do Governo do Estado de São Paulo.

Atuação na operação de combate a incêndios florestal pela Quinta Companhia de Bombeiros de Concepcion,   Cheile, especializada em incêndios florestais, no maior incêndio da história do Chile (fevereiro de 2017).

ENB – Escola Nacional de Bombeiros de Portugal,

Capacitação no primeiro treinamento internacional de alta performance em resposta a emergências na Europa.

Brigada de Incêndio 2019: Tudo o que você precisa saber!

Brigada de Incêndio 2019: Tudo o que você precisa saber!

O que é Brigada de Incêndio ou Brigada de Emergência?

A Brigada de Incêndio é um grupo de pessoas preferencialmente voluntárias, organizadas, treinadas, e capacitadas dentro de uma instituição, empresa ou estabelecimento, para atuar no combate a incêndio e em situações de emergência, capaz garantir a prevenção e o combate ao incêndio, prestar primeiros socorros e conduzir o abandono de ambientes.

 

Os brigadistas – atuam com dois objetivos:

  1. Eliminar Risco de Incêndio e Combater o Fogo;
  2. Executar o plano de fuga e providenciar o abandono da edificação.


O primeiro objetivo tem como finalidade extinguir as chamas e combater o foco do incêndio. O segundo objetivo, trata-se de preservar a integridade das demais pessoas, guiá-las para fora do estabelecimento até um ambiente seguro, previamente combinado, denominado ponto de encontro. 

Quem pode participar do treinamento de Brigada de Incêndio?

Os funcionários que participam desse grupo o fazem de maneira voluntária e precisam cumprir alguns requisitos.

Há, por exemplo:

  • Permanecer na edificação;
  • Preferencialmente possuir experiência anterior como brigadista;
  • Possuir boa condição física e boa saúde;
  • Possuir bom conhecimento das instalações;
  • Ter responsabilidade legal; ser alfabetizado.

Caso nenhum candidato atenda aos critérios básicos relacionados, devem ser selecionados aqueles que atendam ao maior número de requisitos.

 

Atribuições – Ações de Prevenção

  • Conhecer o plano de emergência contra incêndio da planta;
  • Avaliar os riscos existentes;
  • Inspecionar os equipamentos de combate a incêndio;
  • Primeiros socorros e outros existentes na planta;
  • Inspecionar as rotas de fuga;
  • Elaborar relatório das irregularidades encontradas;
  • Encaminhar o relatório aos setores competentes;
  • Orientar a população fixa e flutuante;
  • Participar dos exercícios simulados.

 

 

Organização da Brigada de Incêndio

Brigada de Incêndio - Brigadistas

Brigada de Incêndio – Brigadistas

a) Brigadistas: membros da brigada que executam as atribuições de avaliação dos riscos existentes, inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio; inspeção geral das rotas de fuga; elaboração de relatório das irregularidades encontradas; encaminhamento do relatório aos setores competentes; orientação à população fixa e flutuante; exercícios simulados, entre outros.

b) Líder: responsável pela coordenação e execução das ações de emergência em sua área de atuação (pavimento/compartimento). É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo.

c) Chefe da brigada: responsável por uma edificação com mais de um pavimento/compartimento. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo.

d) Coordenador-geral: responsável geral por todas as edificações que compõem uma planta. É escolhido dentre os brigadistas que tenham sido aprovados no processo seletivo.

 

A Brigada de Incêndio substitui a atuação do Corpo de Bombeiros?

Saída de Emergência

Saída de Emergência

É comum que haja a dúvida sobre qual é o papel de atuação da Brigada de Incêndio. Porém, é importante ressaltar que a existência de uma Brigada não elimina a necessidade de contar com o apoio do Corpo de Bombeiros, exceto as empresas e industrias que mantenha sua própria equipe de Bombeiro. 

Basicamente, se houver um incêndio, uma das obrigações consiste em realizar o acionamento da equipe competente. Se ninguém tiver acionado o Corpo de Bombeiros, o brigadista deve fazê-lo, respeitando a hierarquia de acionamento conforme o plano de emergência. 

Com isso, a Brigada funciona como uma contenção inicial ou definitiva para prevenir possíveis danos. Ela realiza a evacuação principal das pessoas, além de orientar sobre como proceder na situação. Se for o caso, o brigadista utiliza os equipamentos para conter as chamas.

Logo em seguida, o Corpo de Bombeiros atua para eliminar o problema. Portanto, a abordagem dessa equipe não é substitutiva, mas complementar.

 

 

Treinamento da Brigada de Incêndio

O trinamentos devem obedecer a Norma Brasileira de Regulamentação NBR – 14276 ou a legislação de cada estado.

Exemplo de legislação em São Paulo,  Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros ITCB nº 17/2019 e ambas devem ser realizadas em Campo de Treinamento de Brigada de Incêndio com licença do órgão ambiental de cada região.

Os candidatos a brigadista devem frequentar curso com carga horária mínima de 12 horas, sendo a parte prática de, no mínimo, 4 horas. Exceções explicitadas na Instrução Técnica Nº 17, do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.

O profissional habilitado na formação de brigada de incêndio é toda pessoa com formação em Higiene, Segurança e Medicina do Trabalho, devidamente registrado nos Conselhos Regionais competentes ou no Ministério do Trabalho e os militares das Forças Armadas, das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares, com 2º grau completo e que possua especialização em Prevenção e Combate a Incêndio (carga horária mínima de 60 horas) e técnicas de emergências médicas (carga horária mínima de 40 horas), além de curso de técnica de ensino de no mínimo 40 horas.

Para as edificações enquadradas no risco alto, o profissional habilitado é toda pessoa com curso de engenharia de segurança ou pessoa com curso de nível superior e mais curso de no mínimo 100 horas de primeiros socorros e 400 horas de prevenção e combate a incêndios.

Para que as informações acerca do tema sejam melhor assimiladas e detalhadas, recomendamos que seja usado como base a Instrução Técnica no. 17 do Corpo de bombeiros, disponível para Download logo abaixo:

Instrução Técnica No. 17 Do Corpo De Bombeiros Do Estado De São Paulo

 

Esta Instrução Técnica (IT) aplica-se a todas as edificações ou áreas de risco, conforme o

DECRETO Nº 63.911, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2018– Regulamento de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco do Estado de São Paulo. 

 Os instrutores de Brigada de Incêndio devem possuir proficiência conforme descrito na NBR 14276.
Em caso de duvidas contate um dos nossos consultores técnicos para sandar todas as suas duvidas (11) 9.79598390 WhatsApp o cfab@cfab.com.br
www.cfab.com.br
JOÃO GODOI  e a Emergência.

JOÃO GODOI e a Emergência.

O CEO do CFAB-SP:

João José de Godoi é Bombeiro Civil, Técnico em Segurança do Trabalho, Enfermeiro, Pós Graduado em Urgência e Emergência pela Universidade Nove de Julho, possui capacitação em suporte básico de vida para profissionais de saúde da American Heart Association (AHA) em 2016.

Enfermeiro de Bordo em Transporte Aeromédico – Aeroporto de Congonhas, Foi Enfermeiro da unidade de Suporte Avançado do Resgate Rodoviário, Base 68 Rodovia SP – 021.

Voluntário na ONG Força Tarefa Brasileira em diversas missões humanitárias, incluindo Resgate Aéreo em locais de difícil acesso. Instrutor em Transporte e Resgate Aeromédico – Santa Casa de São Paulo.

Membro voluntário ativo no programa FOGO ZERO pela Prefeitura de São Paulo.

Foi Enfermeiro da unidade de Suporte Avançado no Autódromo de Interlagos e instrutor convidado do GRPAe – Grupamento de Rádio Patrulhamento Aéreo (Águia) CTO em 2012.

Foi professor do SENAC no curso Técnico em Segurança do Trabalho nas matérias de Prevenção e Controle de Sinistro gestão e Emergência, planejamento e resposta em Planos de Emergência e Eventos com alto potencial de danos.

Professor convidado no COREN Educação SP no tema Segurança no APH, Atendimento a Múltiplas Vítimas em Emergências envolvendo Produtos Perigosos e Transporte Aeromédico.

Professor convidado do curso de pós graduação Latu Sensu da UniAraras nos cursos de Resgate e Transporte Aeromédico e Fisiologia de Voo, também ministra o curso de Transporte Aeromédico para pilotos de empresa de táxi-aéreo e profissionais da área da saúde.

Tem experiência na área de docência de Enfermagem, com ênfase em Enfermagem de Saúde do Adulto, Urgência e Emergência; Medicina e Enfermagem em Transporte Aeroespacial.

Professor convidado da Universidade Estácio de Sá no curso de Pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho nas disciplinas Explosão e Prevenção e Controle de Incêndios em Plantas de Alto Risco.

Membro voluntário da ABNT/CB-024 – Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio na comissão das normas NBR 14.276 (Brigada de Incêndio), NBR 14.608 (Bombeiro Civil) e NBR 15.219 (Planos e Equipes de Emergência).

Membro voluntário na criação do Protocolo do SAMU 192 para suspeita de envolvimento de produtos perigosos, Departamento de Atenção Hospitalar Urgências Ministério da Saúde.

Capacitação pela Universidade do Texas – Texas A&M University System Estados Unidos em 2015. Resposta em Emergências com produtos perigosos inflamáveis, líquido e gás, fogo tridimensional 2D e 3D.
Métodos de propagação do fogo (convecção, condução, irradiação e projeção), dinâmicas e definições sobre, Boilover, Flashover, Backdraft, BLEVE; sistemas fixos e portáteis de prevenção e combate a incêndio e métodos de utilização; técnicas e táticas de combate a incêndio Estrutural (Ataque direto, indireto e combinado – Técnica 3DWF – Tree Dimensional Water Fog e Rapid Fire Progress); Técnicas de ventilação natural e forçada nas operações de combate a incêndio Estrutural; Técnicas de combate em Plantas Petroquímicas e de Gás (esferas de GLP) e tanques.

Utilização e forma de atuação do LGE Proteínico, Fluorproteínico, AFFF e Formador de Filme Aquoso Resistente a Álcool, taxas de expansão e dosagens utilizadas para Álcool e Hidrocarbonetos (Sintex AFFF), Sistema fixo de espuma (tanque de LGE, proporcionador e solução), principais técnicas de combate (Attack Deflection, Rolling the Foam, Blanket of Foam e Flood attack).

Coordenador do grupo voluntário GUARDIOES FLORESTAL atuando do controle de incêndio em vegetação área de proteção ambiental inserida na Zona Leste de São Paulo.

Atuação nas operações de combate a incêndios pela Quinta Companhia de Bombeiros de Concepcion, no maior incêndio da história do Chile (fevereiro de 2017).

ENB – Escola Nacional de Bombeiros de Portugal,

Capacitação no primeiro treinamento internacional de alta performance em resposta a emergências na Europa.

Conteúdo:
Busca e Salvamento – Nível Avançado.
Utilização de proteção respiratório e equipamentos auxiliares;
Procedimentos de segurança relacionados com equipamentos respiratórios;
Efeitos no corpo humano relacionados com a utilização e equipamentos de proteção respiratória;
Procedimentos de Segurança – RIT (Radid Intervention Team);
Procedimentos de Busca e Salvamento – RIT (Radid Intervention Team);
Remoção de Vítimas – RIT (Radid Intervention Team):
Atividades Práticas em Simuladores.

Flashover – Nível Avançado
Comportamento dos incêndios em ambientes urbanos / estruturais;
Controle dos fenômenos de progressão rápida dos incêndios;
Procedimentos de acesso e progressão;
Atividades práticas em simuladores.

Gestão de Operações de Emergência
Sistemas de gestão de operações de emergências;
Exercícios de gestão de operações utilizando realidade virtual;
Atividades práticas no Centro de Treinamento em Realidade Virtual.

Hazmat Medical: capacitação pela Universidade do Texas – Texas A&M University System Estados Unidos em 2017

Medical Services Personnel Who Respond to Incidents with Hazardous Materials
Response Proteção Pessoal
Cuidados RAPID
Equipamento de Proteção Individual
Descontaminação de pessoal de resposta
Reabilitação remoção PPE
Avaliação
Produtos químicos
Agentes radiológicos
Agentes biológicos
Pacientes pediátricos
Explosivos
ICS e Preparação de hospital
Fontes de informação
ERG, NIOSH, CAMEO / ALOHA
Triagem
Preparação de hospital
Gestão de cadáveres
Ambulatório de descontaminação e não-ambulatorial

Por: Paulo Ricardo Naccarato Silva
Gerenciador da fanpage.

Bombeiro Civil e Brigada de Incêndio,  qual a diferença ?

Bombeiro Civil e Brigada de Incêndio, qual a diferença ?

Muitas pessoas ainda tem duvidas entre os trabalhos do Bombeiro Civil e o Brigadista, então resolvi explicar a atuação de um e do outro.

Primeiramente é importante que todos saibam que ambos realizam um trabalho extremamente importante dentro da prevenção e na respostas as emergências.

Bombeiro Civil:

Considera-se Bombeiro Civil aquele que, habilitado nos termos desta Lei, exerça, em caráter habitual, função remunerada e EXCLUSIVA de prevenção e combate a incêndio, como empregado contratado diretamente por empresas privadas ou públicas, sociedades de economia mista, ou empresas especializadas em prestação de serviços de prevenção e combate a incêndio.

Note que no termo função exclusiva deixa claro que o Bombeiro Civil não realiza outra função, a não ser prevenção e resposta as emergências, já o Brigadista exerce outras atividades como por exemplo: Porteiro, gerente, recepcionista e só atuarão em exercícios simulados, prevenção e emergência quando estes assim exigirem, pois são volutuários e essa não é a atividade principal desses profissionais.

A formação do Bombeiro Civil conforme a Norma Brasileira de Regulamentação NBR 14.608 são de 210 horas (duzentas e dez horas) entre teórico e prático.

Módulos do curso de formação de Bombeiro Civil:

1 – Atividades operacionais de bombeiro profissional civil ;

2 – Equipamento de proteção individual (EPI) e equipamento de proteção respiratória (EPR);

3 – Equipamentos de combate a incêndio;

4 – Fundamentos de análise de risco;

5 – Prevenção e combate a incêndio;

6 – Primeiros socorros;

7 – Produtos perigosos;

8 – Salvamento terrestre e altura;

Quais são os locais que trabalha o bombeiro civil?

O Bombeiro Civil trabalha em locais onde existem a probabilidade de ocorrer sinistros, Shoppings, industrias, estádios entre outros locais de risco baixo, médio e alto, como por exemplo: industriais químicas, petroquímicas, refinarias, estações de tratamento de gás etc.

Pode também trabalhar em quarteis como é o caso dos bombeiros civis voluntários, municipais e mistos.

Atendem emergências públicas (atendimento à população).

Escala de trabalho do Bombeiro Civil é de 12 x 36 (doze horas de trabalho por trinta e seis de descanso).

PISO SALARIAL: R$ 1.839,89 + 30% de periculosidade.

Vamos falar sobre a Brigada:

Brigada de incêndio – grupo organizado de pessoas preferencialmente voluntárias ou indicadas, treinadas e capacitadas para atuar na prevenção e no combate ao princípio de incêndio, abandono de área e primeiros-socorros, dentro de uma área preestabelecida na planta.

Algumas considerações:

Começando pelo nome “BRIGADA de INCÊNDIO” o qual não seria o mais adequado, por que ? Porque não existe apenas o incêndio em uma emergência, logo o nome ideal seria “BRIGADA de EMERGÊNCIA, pois dentro de uma planta, seja ela de diferentes riscos podem haver: Incêndios, explosões, emergências com produtos perigosos (radioativo, biológico e químico), desabamentos, terrorismos, entre outros tipos. No brasil o treinamento de Brigada de Incêndio, conforme a Norma Brasileira de Regulamentação NRB – 14.276 descreve os níveis de treinamento, sendo de 4 a 24 horas.

Atribuições da Brigada de Incêndio:

As atribuições da Brigada de Incêndio são: prevenção e combate ao sinistro, englobando o quanto segue:

Ações de prevenção:

Avaliação dos riscos existentes;

Inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio;

Inspeção geral das rotas de fuga;

Elaboração de relatório das irregularidades encontradas;

Encaminhamento do relatório aos setores competentes;

Orientação à população fixa e flutuante;

Exercícios simulados.

Ações de emergência:

Identificação da situação;

Alarme/abandono de área;

Corte de energia;

Primeiros socorros;

Combate ao princípio ao fogo.

Quais são os locais que devem ter, possuir Brigada de Incêndio?

Conforme a NR 23 – PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS:

Todas as empresas deverão possuir:

  1. a) proteção contra incêndio;
  2. b) saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de incêndio;
  3. c) equipamento suficiente para combater o fogo em seu início;
  4. d) pessoas adestradas no uso correto desses equipamentos.

CFAB a 10 anos formando Brigada de Incêndio e Bombeiros Civis

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